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Indicadores e Metas

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Indicadores e Metas
Indicadores e Metas

Os indicadores existem para medir aspectos importantes para as empresas: controle, melhoria, informação e outros. A função dos indicadores compreende: a mensuração da estratégia e a comunicação de resultados. Sendo que esses resultados são obtidos com o auxilio da comparação.

Como Aumentar o Ticket Médio

Como Aumentar o Ticket MédioVender sempre foi uma tarefa difícil e que exige dos empresários a criatividade e atitude.

O mercado está cada vez mais concorrido, os consumidores exigentes e a entrega de valor mais refinada, por isso, vender depende de vários fatores. Por isso, é preciso que as empresas tenham o suficiente para aumentar as vendas e fidelizar o cliente. Então vamos ao trabalho: existem diversas estratégias que os empresários podem utilizar para aumentar suas vendas.

Faça uma análise de suas vendas – fazer uma análise de vendas significa estudar o comportamento dos seus clientes. Estude quais produtos os clientes estão mais interessados em comprar, quais produtos são complementares e que aumentem o volume das vendas.

Vender produtos ou serviços complementares significa oferecer um valor integrante ou seja, quando se vende uma impressora à loja poderá vender também cartuchos para impressão. Mas, evite a venda casada, pois a venda casada é contra lei e não agrega valor ao cliente.

Manter a clientela – duas estratégias para aumentar as vendas: aumentar o número de clientes ou então aumentar as vendas dos clientes já existentes. Aumentar o número de clientes é uma estratégia mais difícil em curto prazo, por isso a segunda opção é mais viável. Pois, aumentar as vendas de clientes já existentes.

Algumas estratégias para aumentar as vendas dos clientes já existentes podem ser:

Desconto para determinada quantia – aumentar o desconto para vendas maiores pode ser a opção para que os clientes consumam mais produtos.

Pacotes com produtos – a inclusão de produtos complementares pode ser uma ótima estratégia para aumentar as vendas. Essa estratégia pode ser descrita pela prática de incluir produtos complementares ou similares em um mesmo preço.

Produtos com edição limitada – anunciar produtos com edição limitada cria um senso de urgência para o comprador. O que ocorre e pode aumentar vendas, ainda que por tempo limitado.

Produtos recomendados – oferecer produtos pode ser uma opção para aumentar as vendas, pois nem sempre os clientes estão informados sobre a variedade de produtos oferecidos. Lojas de informática podem oferecer uma variedade de produtos complementares, principais ou substitutos. Tenha sempre uma opção que não deixa os clientes saírem com as mãos vazias. Afinal, o vendedor deve vender soluções e não produtos.

Desconto em combos – oferta de produtos em pacotes para descontos especiais. Ofereça outro produto complementar com desconto ou kits de produtos.

Apresente produtos relacionados – quando a empresa apresenta produtos relacionados aumenta as suas chances de vendas. Ou seja, quando uma empresa vende tintas pode vender também pincéis, entre outros.

Precificação – a arrumação das prateleiras pode induzir as vendas. Faça com que os clientes comparem os preços, coloque os produtos “baratos” ao lado dos produtos “caros”. Levar um produto barato pode dar uma sensação de lucro ou então optar por um produto mais caro dará uma sensação de valor e qualidade.

Compras por impulso – nem todas as vendas são decididas com antecedência, muitas vendas são decididas no ponto de venda. As lojas têm a sua disposição vendas imediatas ou vendas em potencial.

É necessário explorar as duas possibilidades e para aumentar as vendas por impulso é necessário pensar o trajeto dos clientes na loja e colocar a disposição produtos a serem comprados por impulso. As vendas por impulso devem anunciar produtos necessários como aparelhos de barbear, chocolate, água mineral, barra de cereais, revistas e etc. E ainda produtos com preços promocionais.

Sorteios – Os sorteios e promoções sempre serão bons motivadores de vendas. Algumas lojas sorteiam carros, outras bicicletas ou vale-compras. O importante é fazer o comprador participar, uma boa média de valor para o incentivo de vendas é de no mínimo 50 reais para o limite de compras.

Credibilidade – nada melhor para fazer com que o cliente retorne a loja e consuma, do que a credibilidade que a loja adquirir junto à clientela. Um estabelecimento com credibilidade e reputação terá mais facilidade em lançar estratégias de vendas. Sem esquecer a satisfação dos clientes e o foco no cliente em todo o planejamento de vendas.

Aumentar o Ticket Médio das Lojas Virtuais

Como Aumentar o Ticket MédioAumentar o ticket médio sem aumentar os preços compreende três formas:

Conseguir mais compradores, aumentar o valor do pedido de compra ou conseguir compradores através de compradores. No caso de lojas virtuais para aumentar o ticket médio, não é preciso aumentar as vendas ou aumentar o volume de vendas.

O primeiro passo pode ser aumentar o valor de um pedido de compra. Aumentar o valor médio de um pedido de compra é benéfico para:

O aumento do faturamento do seu negócio e trabalhar com o volume de vendas por clientes atuais.

Agora discutiremos algumas soluções para aumentar o valor médio do pedido de compra nas lojas virtuais:

O recurso Compre Junto – utilize a possibilidade de vendas de produtos com o anúncio de outros produtos e descontos. As lojas de cosméticos utilizam esse mecanismo em grande escala. Por exemplo, quando as mulheres compram cremes podem levar junto outro creme para outra finalidade e com um desconto. É necessário provar, porém, que levar dois produtos ficará mais em conta.

Frete Grátis – o frete grátis é benéfico para compradores que residem no interior ou em cidades distantes dos centros de distribuição. A loja pode negociar um frete grátis para a compra de determinado volume de produtos ou para um determinado valor.

Oferecer economia nas compras por quantidade – oferecer uma motivação para compras em quantidade. É também uma opção para o aumento das vendas, aumentando a rotatividade dos estoques e auxiliando a rentabilidade, sendo que esta estratégia deverá ser somada a outras para haver rentabilidade.

Cartão de desconto – determinados produtos ou serviços são mais difíceis de serem vendidos e por isso, necessitam de um incentivo. O que a loja pode oferecer é um cupom de desconto para compras com valor acima do valor x ou para quantidades ou compra de determinado produto.

Ofereça brindes – oferecer brindes continua sendo vantajoso para as vendas. As lojas podem oferecer brindes sempre que os clientes aumentarem o volume de compras ou se tornarem frequentes nos sites.

Repensar os produtos – se todas as medidas para aumentar as vendas não oferecerem resultados, então é o momento de repensar os produtos oferecidos. Qual o problema dos produtos oferecidos? O problema pode estar na qualidade ou até no portfolio de produtos. Para acertar nos produtos só existe um caminho: investir em pesquisas de mercado. Existem negócios em que a análise de produtos deve ser constante: moda, informática, alimentação e outros.

Prazo de entrega – lojas virtuais devem estar sempre atentas para o prazo de entrega. Pois quando um cliente fica sem resposta ou não recebem produtos com certeza não comprarão naquele mesmo site e por isso, entregar dentro do prazo é a primeira providência para manter ou aumentar a clientela.

Como Calcular o Ticket Médio

O ticket médio é mais uma ferramenta para mensurar a rentabilidade das vendas. A equação em que valor total de vendas explica o ticket médio é a seguinte:

Valor total de vendas/número total de clientes. Essa equação é importante, pois auxilia a determinação da lucratividade e a análise das possibilidades do aumento de vendas.

Para aumentar vendas é necessário pensar de forma estratégica as possibilidades de marketing e não apenas “empurrar” produtos. É necessário inovar para aumentar o volume de vendas partindo do princípio que para aumentar as vendas é necessário que se ofereça benefícios e entrega de valor aos consumidores.

Como Analisar o Ticket Médio

O Ticket Médio é um indicador como outro qualquer é por isso, passível de ser analisado. Para analisar o ticket médio a empresa precisa estabelecer uma pontuação ótima para mensurar se a empresa alcançou resultados ou está longe disso.

A ideia é ter um indicador como meta para avaliar diversas providências como:

Estabelecer as metas para os vendedores, metas para a empresa, elaborar o planejamento de vendas, fechar negócios com valor agregado e por fim, a busca por problemas.

Busca por Soluções

As empresas devem identificar quais são os obstáculos que impedem as vendas. Por isso, é necessário identificar onde está o problema: Nos produtos, nas condições de pagamento, no atendimento, no marketing, mix de preços; entre outros.

Aprendeu Como Aumentar o Ticket Médio? Deixe Seu Comentário.

Inovação nas Empresas

 

Inovação nas EmpresasInovar no mercado atual é essencial para que as empresas consigam manter a competitividade, mas alcançar uma gestão inovadora é um grande desafio para empresas de todos os portes.

Para esclarecer o tema inovação é necessário entender alguns mitos

  • Somente grandes empresas inovam- as empresas mais inovadoras do mercado começaram suas operações em um pequeno espaço e com orçamento apertado e ainda assim são conhecidas como empresas-garagem, pois são empresas que já detinham um alto conhecimento e grau de inovação.
  • Inovar custa caro- esse é outro mito que impede que muitas empresas, não é necessário investir milhões para inovar.
  • A inovação pode surgir de forma espontânea em resposta a alguma situação de necessidade ou problema que precisa ser solucionado e que representa uma oportunidade.
  • A inovação vem de fora- inovação não é um segredo de mercado e pode ser desenvolvido no âmbito interno, desde que as empresas tenham se estruturado para a inovação e encontrado uma forma de inovar que é relevante para o sucesso da empresa.
  • Inovação é sinal de mudança radical- nem sempre inovar significa uma mudança radical na estrutura da empresa ou no orçamento, o importante é que as empresas inovem em pontos que são relevantes para a empresa.

Inovação interna

A inovação é um fenômeno que deve acontecer de dentro para fora e deve trazer soluções imprescindíveis para a empresa e como consequência a obtenção de maior competitividade no mercado.

A inovação de forma interna aponta alguns aspectos:

Apoio da alta gestão – a alta administração deve se envolver e se comprometer com os projetos de inovação, isso parece obvio, mas pode acontecer que uma equipe inovadora não receba o apoio da alta administração, com isso toda e qualquer mudança ou inovação terá dificuldades para alcançar objetivos. Dessa forma, os colaboradores da base e alta gestão devem estar com os interesses estrategicamente alinhados com a inovação.

Sensibilizar pessoas – todo processo de sensibilização de pessoal não é simples, seja para um processo de mudança ou processo de inovação. Por isso, empresas que estão em processo de mudanças ou inovação devem constantemente mobilizar as pessoas e fazer o necessário para que os colaboradores mostrem do que são capazes: “fazer uma empresa melhor”. Para isso é necessário que haja liderança para trabalhar com os pontos: a informação, a comunicação e a celebração dos resultados.

Gestão de ideias – é importante ter ideias, mas para inovar é necessário também gerir as ideias. Para isso, é necessário organizar as ideias e contar com métodos e ferramentas. Uma dessas ferramentas é o brainstorming ou “tempestade de ideias” e consiste em uma dinâmica em que todos os colaboradores participem com novas ideias.Para isto é importante que haja respeito á diferentes opiniões e que dessas reuniões para novas ideias rendam algo de concreto.

Feedback –  inovar é um processo que exige comunicação e por isso, o feedback é essencial para avaliar qual a situação da empresa e a forma de gerir e quais as providencias necessárias para que a empresa se torne inovadora, com um time motivado. Para isso é preciso manter o canal de comunicação aberto.

Perfis no sistema de inovação

Quando uma empresa inova é sempre um processo interno e que exige a colaboração, participação e envolvimento de todos. O que os estudos sobre comportamento organizacional revelam é que nos processos de inovação e de mudança as organizações apresentam diferentes opiniões e comportamentos nos colaboradores, com isso, podem ser percebidos 4(quatro) perfis:

Entusiastas – os entusiastas são aqueles que se envolvem de forma intensa com os projetos de inovação. Mas, ainda não possuem maturidade profissional para analisar resultados.

Participativos – são aqueles perfis em que atuação é pontual quando forem solicitados.

Observadores – são aqueles que observam e acompanham os acontecimentos, mas não contribuem com ideias ou comentários.

Desligados – são aqueles que preferem ou não sabem como se envolver nos projetos de inovação.

Problemas das empresas que não inovam

A inovação não acontece da noite para o dia consiste em um processo, portanto, inovar requer um ambiente propício. A inovação assim como a criatividade organizacional pode ser desenvolvida, motivada e impulsionada a partir de determinados fatores que são:

Ideias vindas da base operacional – Buscar ideias de fontes diferentes e independentes do nível se operacional ou tático pode representar a solução de vários problemas.

Se basear no passado – projetos que não funcionaram no passado pode não ser um instrumento para projeção, muitas vezes as soluções surgem quando as empresas conseguem manter a visão e olhar para o futuro.

Ocupe o tempo livre – quando os colaboradores já terminaram as tarefas e existe tempo livre é o momento de realizar tarefas que podem tornar as pessoas mais criativas ou mesmo se concentrar em atividades inovadoras.

Trabalhe em função da excelênciainovar pode ser uma oportunidade única para que a empresa se dedique a trabalhar mais para que a empresa consiga oferecer produtos ou serviços com mais qualidade.

Previsibilidade – empresas que dependem de certezas e previsibilidade têm mais dificuldades para inovar, isso porque a inovação implica correr riscos e buscar soluções onde nunca antes. É uma questão de buscar iniciativas e aprendizado rápido em um ambiente incerto.

Fracasso pode ser a chave do sucesso – batalhar pelo sucesso nem sempre significa erro zero, pois muitos projetos fracassados podem trazer grande aprendizado e a certeza de um ambiente propício para inovação, ou seja, que permita erros e fracassos.

Projetos de inovação

Os projetos de inovação possuem características bem peculiares: os riscos são difíceis de serem comparados, pois os projetos são marcados exatamente pela novidade. Os projetos de inovação possuem ferramentas de portfolio que permitem trabalhar com carteiras de projetos de várias naturezas.

Os vetores para projetos de inovação consistem em identificar onde e como atuar. No vetor onde atuar a empresa deve identificar onde estão as oportunidades: na tecnologia, novos mercados ou segmentação de consumidores. E no vetor como atuar as empresas devem identificar como melhorar produtos ou serviços ou como introduzir as novas tecnologias para o sucesso da empresa. Segundo os consultores Bansi Nagji e Geoff Tuff um portfólio de inovação deve conter três requisitos:

Core – existe um produto atual e um mercado atual que necessita de melhorias.

Adjacente – ações adjacentes para mercados e negócios atuais da empresa.

Transformador – buscam inovações ou mudanças radicais em produtos ou serviços ou ainda em tecnologias.

Iniciar um projeto de inovação não é uma tarefa fácil, por isso, o processo de inovação das empresas requer uma série de atribuições:

Alinhar a comunicação e formulação das estratégias. O início de um projeto pode configurar a busca por oportunidades e negócios com potencial, além de tendências e tecnologias existentes no mercado.

A condução de novos modelos de negócios e ideias inovadoras para produtos e serviços. Dar início a uma cultura inovadora que garanta o desenvolvimento das pessoas e competências. A articulação das diferentes áreas em busca de soluções. Gerenciar iniciativas, alinhar estratégias e inovação.

Lição dos inovadores

Entre as empresas mais inovadoras do mundo estão: o Google, a Amazon, a Apple; dentre outras. O que essas empresas têm em comum é que sempre questionaram métodos, técnicas e modelos já estabelecidos como certos. E além de serem incansáveis questionadores são visionários e enxergaram uma nova maneira de vender percebendo nos consumidores novas tendências na forma de comprar.

Outra característica comum em todos esses inovadores é o fato de que apesar de manterem a liderança observaram na equipe pessoas de diferentes e complementares talentos. E ainda acreditam que os objetivos a ser concretizados têm uma maior urgência que a geração de lucros.

Pronto para fazer uma Inovação na Empresa? Deixe seu comentário.

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Plano de Continuidade de Negócios

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Plano de Continuidade de NegóciosUm plano de continuidade de negócios tem como principal objetivo avaliar como a empresa continuará atuando no mercado de forma sustentável, ou seja, funcionando em várias situações e com a melhor utilização dos recursos.

A importância de um plano de continuidade de negócios é importante, pois diversos fatores não previstos pelas empresas podem ocasionar a realização de suas atividades, o que pode trazer prejuízos financeiros e até impactos negativos para a imagem da empresa.

O plano de continuidade de negócios

Um plano de continuidade de negócios deve ser elaborado de forma que a empresa continue produzindo apesar dos imprevistos.

E para isso, o plano de continuidade deve ser elaborado de maneira a identificar qual o impacto que o risco ou que o imprevisto terá sobre o negócio.

A direção da empresa e os envolvidos nos negócios da organização devem conhecer todos os processos da empresa e assim desenvolver um plano de continuidade dos negócios apesar de todos os riscos e ameaças que podem afetar as operações da empresa.

Primariamente falando um plano de continuidade de negócios deve ser estabelecido de acordo com os riscos que trarão maior impacto para as operações.

Elaborar um plano de continuidade é importante para que a empresa amadureça um plano contingencial que busque a proteção da empresa.

Contar com um plano de continuidade de negócios significa que a empresa está amadurecendo e que pode proteger seus ativos.

Proteger o negócio é algo sério

Proteger o patrimônio da empresa é algo sério e requer dedicação e cuidados, pois a empresa pode estar sujeita a diversos riscos e ameaças que os empresários ou funcionários ainda não tomaram conhecimento.

Por isso, é necessário que haja conscientização por parte da empresa e dos colaboradores sobre as vulnerabilidades, riscos e ameaças que podem afetar o desempenho da empresa.

Alguns conceitos

Sobre a gestão de riscos alguns conceitos são bem importantes:

A ABNT conceitua risco como sendo a combinação de eventos, sua ocorrência e consequências.

Um ativo pode ser denominado como algo de valor para a organização, seja um ativo tangível ou intangível.

As ameaças podem ser conceituadas como causas potenciais de algum incidente indesejável e que pode ter como resultado danos para a empresa.

Vulnerabilidades – vulnerabilidade é um estado de fragilidade de um ativo diante de riscos ou ameaças.

Incidentes – é qualquer evento que não faz parte do cotidiano normal de operações e que por isso, poderá causar interrupções.

E o problema pode ser conceituado como a ocorrência de um ou mais incidentes.

Gestão de Riscos

Gerir riscos significa trabalhar de forma coordenada para a direção e controle de uma organização.

Na gestão de riscos se faz necessário o processo de identificação, de análise, de tratamento, de monitoramento; entre outras atividades.

O PDCA que é o processo de melhoria continua pode ser aplicado á gestão de riscos, pois gerir riscos consiste em um processo de planejar, de executar, de agir e de checar.

Na etapa de planejamento serão definidas estratégias e formas de alcançar um controle de riscos que possa a garantir a segurança da empresa.

Na etapa de execução serão definidos os planos de gerenciamento de riscos.

Ainda na etapa de execução a empresa deve se atentar para o que a ISSO 27005 chama de plano de tratamento de risco.

A etapa de checagem compreende a verificação dos processos implementados e como a empresa executou o plano de riscos para o alcance de metas.

Na etapa agir a empresa deve realizar ações no sentido de corrigir e prevenir e ainda identificar desvios.

Processo de gestão de risco

Como em todo e qualquer gerenciamento; o gerenciamento de risco também requer processos e etapas.

O processo de gestão de riscos compreende:

Comunicação – a fase de comunicação de riscos é a fase em que se comunica o processo de gestão de riscos e ainda a divisão de tarefas, estabelecendo as responsabilidades dos stakeholders, funcionários envolvidos e demais interessados.

Contexto – na parte de contexto do risco as empresas devem identificar fatores de riscos e ainda a avaliação, impacto dos riscos e outros.

Na etapa de definição dos riscos é necessário levantar informações que sejam relevantes sobre segurança e análise dos riscos.

Identificação de riscos – na etapa de identificação de riscos é necessário identificar os principais riscos e como esses riscos podem afetar as operações.

Portanto, é necessário responder ás questões:

O que poderá ocorrer?

O que? Como e onde poderão ocorrer imprevistos?

Estimativas de riscos

Na etapa de estimativas de riscos é analisada a origem dos riscos com o auxilio da probabilidade de ocorrência de riscos.

A probabilidade de ocorrência de riscos utiliza dados quantitativos e qualitativos.

Na estimativa qualitativa de riscos utiliza-se indicadores de riscos com critérios de baixa, média e alta probabilidade.

Avaliação e tratamento de riscos

Para cada risco existe um tratamento diferente e ainda avaliar quais os riscos que impactam os principais processos da organização.

Quanto ao tratamento de riscos é necessário priorizar os riscos com maior probabilidade e executar um tratamento de redução, evitação ou retenção de riscos.

Quanto á redução de riscos é importante ressaltar quais ações pode reduzir a probabilidade de riscos.

Outro fator de tratamento de riscos é a transferência de riscos que consiste em compartilhar o risco com outra parte.

Quando se fala em compartilhar o risco consiste em compartilhar o ônus, perdas ou benefícios que estão associados aos riscos.

Transferir o risco somente será benéfico se não for gerados novos riscos ou ainda se o risco existente for apenas modificado.

O monitoramento de riscos

O monitoramento de riscos é a etapa mais importante para a gestão de riscos, isso porque os riscos devem ser monitorados, revisados com o intuito de se identificar quais as oportunidades de melhoria de processos para os riscos.

Ciclo de Vida na Continuidade de Negócios

Programa de Gestão de Continuidade de Negócios

Para gerir um plano de continuidade de negócios a empresa deve nomear responsáveis, definir diretrizes e ainda o escopo de recursos a serem alocados.

A gestão de continuidade de negócios compreende as etapas:

Entender a organização – no caso de falhas como as operações suportarão ameaças?

É necessário realizar um mapeamento de produtos e serviços, estimar o tempo de recuperação das operações caso haja interrupções.

Estratégia da continuidade de negócios

A estratégia de gestão de riscos para a empresa deve analisar as possíveis e adequadas ao tempo, recursos e tecnologia.

Desenvolver e planejar a estratégia de Gestão de Continuidade de negócios

A empresa deve definir um plano de continuidade de negócios que seja uma resposta efetiva para possíveis incidentes.

O plano de continuidade deverá conter: objetivos, divisão de responsabilidades, comunicação de fatos e outros.

Estrutura do plano de continuidade de negócios

A estrutura do plano de continuidade de negócios deve suportar o negócio da organização com o auxilio da Tecnologia da Informação para a recuperação das operações de acordo com as prioridades do negócio.

A estrutura do plano deve Conter os seguintes fatores:

Escopo e cenário – qual o escopo e cenários atuais e ainda o nível de maturidade da empresa para que seja realizado um plano de continuidade que seja completo.

Avaliação de riscos e ameaças

Como foi dito acima a avaliação de riscos deve ser construída com o uso de indicadores qualitativos- médio ou alto e baixo.

Impacto nos negócios

A avaliação de como os riscos impactam os negócios deve considerar os fatores:

Quantificação de impactos financeiros

Impacto em processos críticos de negócios

Quais são os recursos críticos para a continuidade dos negócios e etc.

 Gestão da continuidade dos negócios

Prevenção de ameaças

Uma ameaça pode ser caracterizada como um potencial e indesejável incidente, resultando em dano para a organização.

Existem vários tipos de ameaças na continuidade dos negócios:

Intrusos – uma das piores ameaças para as empresas é a presença de intrusos.

Existem três tipos de intrusos:

Os mascarados – são pessoas que não têm autorização e mesmo assim utiliza recursos da empresa, essas pessoas podem ter acesso a controles e explorarem a conta de um algum usuário.

Ou intrusos infratores– que são pessoas que acessam dados, sistemas sem autorização ou pessoas que têm autorização e acessam dados com o uso mal intencionado.

Usuário clandestino- este usuário pode acessar o sistema e conseguir escapar de auditorias ou outras formas de controle.

Ataques físicos e tecnológicos

Os ataques físicos podem ser verificados em incidentes como roubo de informações, isso pode acontecer quando indivíduos mal intencionados decide roubar pendrives, Cds, Dvds e outros equipamentos que podem conter informações importantes.

As empresas que têm dúvidas sobre como proteger sua segurança física e segurança de informações podem buscar auxilio com a norma ABNT NBR ISO 27002.

A ISO propõe a segurança física e do ambiente com diretrizes que têm o objetivo de evitar o acesso físico não permitido.

Medidas de prevenção podem ser tomadas como precaução para proteção de equipamentos, instalações e sistemas.

 Malwares

O sistema de informações de uma empresa pode também ser seriamente atacado, pois um malware significa um software malicioso que é capaz de danificar computadores e até roubar informações importantes.

Os vários tipos de malwares são:

Os vírus – um vírus de computador é um programa “intruso” que realiza comandos contrários aos comandos dos usuários e que pode causar danos a arquivos ou aos próprios programas já existentes no computador.

Os vários tipos de vírus são: vírus de e-mail, vírus de macro e etc.

Worm – o worm é um arriscado verme para computadores, pois consiste em um programa ou fragmentos de programas que agem se propagando a outros  computadores.

A proliferação do worm não necessita da presença de um usuário.

O worm para infectar computadores age por meio de estações e assim poderá infectar diversas máquinas.

Para proliferação do worm são utilizados recursos de e-mail, que envia cópias de si mesmo e assim infecta outros sistemas.

Outras ameaças que são capazes de corromper os sistemas de informação são: cavalo de tróia, backdoor, Keyloggers e outros.

 Soluções

A solução encontrada pela empresa é pela educação, é necessário educar os colaboradores para prevenir ameaças.

Para isso a empresa pode organizar uma série de treinamentos que possibilite a conscientização dos colaboradores quanto á ameaças possíveis e prevenção de riscos.

O colaborador é um usuário dos sistemas da empresa e por isso, é necessário conscientizar o funcionário de que é necessário segurança e proteção dos sistemas sob pena de perdas e danos.

Mas para isso, é necessário que a empresa invista em treinamento para conscientização.

Educar é necessário

É necessário educar os funcionários sobre o uso correto e preventivo dos sistemas de informações.

Algumas medidas simples podem ser utilizadas como forma de prevenir ataques de vírus, veja:

Trocar a senha padrão assim que o usuário realizar o primeiro login.

Não utilizar senhas curtas e fáceis de serem decifradas.

Não elaborar senhas com palavras que podem ser encontradas no dicionário.

Não utilizar senhas com nomes de pessoas, data de nascimento, datas comemorativas.

Nem utilizar os números: de telefones, de placas de automóveis e outros.

Passos para um plano de continuidade

Empresas de todos os portes podem elaborar um plano de continuidade.

Na verdade este é o seguro mais barato que uma empresa pode contratar.

Um plano de continuidade de negócios oferece suporte sobre como os funcionários irão continuar suas operações apesar de incidentes, desastres ou emergências.

Os planos de continuidade de negócios podem ser denominados ainda como planos de Recuperação de Desastres.

Para ter-se um plano de continuidade eficiente é necessário seguir os seguintes passos:

Documente funcionários – é necessário listar os funcionários que são chave para as atividades da empresa.

Esse é o primeiro passo.

Para listar os funcionários imprescindíveis é necessário considerar os fatores:

Quais são as funções criticamente necessárias no dia a dia da empresa.

A lista deve conter todos os dados dos funcionários: celular; Pager; e-mail de negócios; e-mail pessoal e outros.

Identifique funcionários que podem trabalhar em casa – existem funcionários na empresa que podem trabalhar em casa, pois possui computador, internet, telefone.

Documentar contatos – os contatos externos da empresa são também essenciais para o funcionamento eficaz das atividades e, portanto, é necessário documentar quais são os contatos externos que possuem informações críticas sobre a empresa.

Esses contatos podem ser: banqueiros, consultores, polícia, bombeiros e outros.

Identifique equipamentos críticos – alguns equipamentos são críticos para as atividades das empresas como: computadores, fax, máquinas de xerox e outros.

Identifique documentos críticos – os documentos críticos são documentos sobre contratos, documentos de Know How, documentos contábeis e financeiros.

Identifique soluções de contingencia – as soluções de contingencia podem ser: locação de computadores, de serviços de terceiros como: fax, cópias, impressões e outros.

Localização de contingencia – onde a empresa poderá funcionar caso ocorra eventos indesejáveis como desastres, incêndios e outros.

Uma localização de contingência pode ser hotéis, escritórios compartilhados e outros.

Por fim, ao planejar contingencia reúna todas as informações sobre pessoas chaves, dívida responsabilidades e comunique os funcionários sobre a importância de um plano de contingencia ou plano de continuidade de negócios.

Lembrando que o plano deve passar por análises e testes e ainda mudanças necessárias.

Preparado para fazer um Plano de Continuidade de Negócios?