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As empresas atualmente têm pela frente o grande desafio de reter talentos e para isso, uma das ferramentas a disposição das organizações é a forma de remuneração e benefícios oferecidos aos colaboradores.
A remuneração como era concebida antes no mercado consistia em remunerar os colaboradores com base no custo-benefício, este tipo de remuneração está longe de ser considerada estratégica.
Mas o que vem a ser remuneração estratégica?
A remuneração estratégica busca alinhar a estratégia de remuneração com a estratégia dos negócios e ainda buscam garantir que os colaboradores utilizarão o máximo de suas competências, habilidades e talentos para melhoria do desempenho organizacional.
Sendo assim, a remuneração estratégica é mais uma ferramenta de gestão de pessoas para que a organização alcance seus objetivos estratégicos através das pessoas que integram o quadro da organização.
Para se desenhar um modelo de remuneração estratégica os analistas devem considerar diversas variáveis: remuneração, plano de benefícios, ambiente de trabalho e outros.
•Salário base
•Bônus anuais
•Incentivos de longo ou curto prazo, entre outros.
•Plano oftalmológico
•Seguro de vida
• previdência privada
•Ajudas de custo e outros.
Plano de carreira – o plano de carreira consiste na capacidade da empresa em desenvolver ferramentas para o desenvolvimento profissional de seus colaboradores com ações como: gestão por competências, programas de mentoring, treinamento e outros.
Cultura organizacional – a cultura organizacional reflete na remuneração atribuída aos colaboradores, mesmo que indiretamente com fatores como: empoderamento, liderança, tomada de decisões, nível de participação dos colaboradores, etc.
A remuneração estratégica pode ser definida como o modelo que desenha um modelo de remuneração capaz de agregar valor e gerar motivação, fazendo com que colaboradores e empresa atinja resultados satisfatórios.
A remuneração estratégica busca definir um pacote de remuneração que esteja de acordo com as perspectivas dos colaboradores e necessidades da empresa.
O sistema de remuneração está relacionado ao modelo de estrutura organizacional. Temos como exemplo a estrutura funcional que consiste em um modelo aplicado em grandes empresas e que praticam uma gestão burocratizada, hierarquizada. Com um modelo de plano de carreiras verticalizada e com menor nível de mudanças e adaptabilidade. Nessas organizações o modelo de remuneração é orientado para cargos e não para conhecimentos.
No modelo de gestão funcional a remuneração é influenciada pelo tempo de serviço, mérito, avalia-se mais o tempo de serviço do que competências.
Remuneração por habilidades – A remuneração por habilidades é aplicada de forma geral em empresas que adotam a estrutura por células ou por processos e que trabalham com equipes. Outras características da remuneração por habilidades de acordo com o ambiente empresarial são:
Possibilidades de avaliar o desempenho por meio da aquisição de habilidades; padronização de processos e remuneração praticada de forma mais eficaz para posições operacionais. Que possuem processos onde há habilidades que possam ser avaliadas, mapeadas e desenvolvidas com programas de treinamento.
Para ter uma remuneração por habilidades a empresa deve investir em treinamento e desenvolvimento e em um banco de dados com todos os registros sobre os resultados obtidos pelos programas de T&D. É necessário contar com uma equipe capaz de avaliar a equipe e medir os resultados.
A remuneração por competências tem sido utilizada largamente no mercado, este modelo de remuneração em ambientes que sejam flexíveis, criativos e propícios ao desenvolvimento de novos projetos. Estas organizações possuem capacidade de gerir seus recursos em prol da retenção de talentos e do desenvolvimento profissional de seus colaboradores.
É também utilizada em ambientes em que os colaboradores passam por fácil sistema de avaliação e desempenho para aquisição de competências. Um modelo de remuneração estratégica requer da empresa maturidade para avaliar competências e requer também investimentos constantes em desenvolvimento e treinamento.
As organizações que empregam o sistema de remuneração por competências devem investir no desenvolvimento constante de seus colaboradores e investir no banco de dados com registros de avaliação de desempenho e resultados.
Associar a remuneração ao desempenho é uma tendência cada vez mais presente no mercado e consiste em remunerar os colaboradores com uma quantia a mais ou quantia variável de acordo com os objetivos estabelecidos para os negócios.
Entre as vantagens da remuneração por desempenho estão: Melhoria do desempenho dos colaboradores; relacionar os objetivos dos colaboradores com os objetivos da empresa; faz com que os colaboradores se sintam motivados recebendo uma remuneração condizente com seu desempenho e contribuição a empresa, o que se reflete na retenção de talentos por parte da empresa.
A promoção da competividade interna da equipe, eliminando a sensação de time.
A remuneração pode se basear em métodos incompatíveis com a avaliação de desempenho.
A remuneração por desempenho pode gerar um sistema difícil para implantação.
O sistema de remuneração estratégica é também um sistema vulnerável ás reclamações dos sindicatos.
A remuneração por resultados busca alinhar objetivos organizacionais e pagamentos. É a forma encontrada para que as empresas descrevam para os colaboradores quais os objetivos organizacionais e como deverá ser a contribuição dos colaboradores para que a empresa possa remunerar por resultados.
Ou seja, a remuneração por resultados consiste em alinhar a expectativas de sucesso organizacional com o desempenho de cada colaborador e sua contribuição para a empresa.
Ao remunerar por resultados as empresas devem: Comunicar com a clareza quais os objetivos e metas organizacionais e o que a empresa espera dos colaboradores.
O alinhamento – consiste em alinhar iniciativas estratégicas que sustentarão todo o sistema de remuneração estratégica, para que a remuneração por resultados seja possível.
A motivação – a remuneração por resultados influencia a forma como os colaboradores se comportam e como os colaboradores trabalharão para atingir suas metas.
Os custos e a retenção de talentos – o nível de remuneração atribuído deverá ser capaz de retribuir com qualidade o trabalho e o desempenho dos colaboradores, mas também deve ser capaz de manter talentos e por isso, é imprescindível que o ambiente de trabalho seja o diferencial além da remuneração que será atribuída aos resultados alcançados.
Quanto aos custos tem-se que as empresas compartilham com os colaboradores os riscos e retornos financeiros, por isso, a comunicação deve ser clara ao informar que existem diversas variáveis capazes de remunerar colaboradores além das metas alcançadas.
A empresa, portanto, conta com a adesão dos colaboradores para praticar uma remuneração por resultados, com os riscos financeiros e com metas que os colaboradores deverão considerar justas. Sob a pena de os colaboradores se tornarem desmotivados ou surgir problemas com as leis trabalhistas.
A remuneração por resultados precisa de cuidados específicos para ser implantada. A remuneração estratégica para ser implantada segue os passos em que todos devem exercer os deveres:
Alta Administração – é dever de a alta administração definir seu status competitivo e estratégias.
Nível executivo e operacional – os níveis operacionais possuem direitos e deveres.
Os deveres são: trabalhar em busca de resultados e lutar por um ambiente de trabalho de crescimento profissional e boas condições de trabalho. E o direito de receber remuneração compatível com os resultados alcançados.
Concluindo, a remuneração estratégica tem o objetivo de alinhar as expectativas de resultados organizacionais com os objetivos dos níveis operacionais e executivo.
Com isso, temos que enquanto a alta administração tem a função de desdobrar a estratégia em metas, projetos e objetivos; de forma paralela, devem ser estabelecidos critérios e normas para a remuneração por resultados.
O importante na remuneração por resultados é fazer com que os colaboradores acompanhem como seu desempenho está afetando sua remuneração. Um indicador importante para remuneração por resultados, portanto, é a transparência.
Deve haver transparência na definição da cesta que compreende metas e projetos e critérios para o calculo da remuneração que seja compatível com os resultados pretendidos. O sistema de remuneração por resultados deve contar com um sistema atualizado em que os colaboradores possam acompanhar os resultados organizacional e impacto desses resultados na sua remuneração.
A remuneração variável consiste em uma cesta de benefícios com objetivos de compor a remuneração fixa e podem remunerar por meio de um modelo de remuneração por habilidades, por competências, por resultados, por desempenho e outros.
A remuneração variável é eficaz para os objetivos organizacionais quando visam: A satisfação do cliente, rentabilidade, produtividade, qualidade e outros.
| Objetivos
Entre os objetivos da remuneração estratégica estão: Alinhar o que os profissionais realizam com a estratégia da empresa e interesses dos acionistas. Remunerar de forma competitiva considerando o mercado de trabalho e o desafio de reter talentos. Vincular desempenho dos colaboradores e melhoria dos resultados organizacionais. Diminuir o risco financeiro de remunerar os colaboradores sem considerar os resultados.
A substituição dos custos fixos pelos custos variáveis.
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Resultados
Como resultado espera-se que a remuneração estratégica seja eficaz para: Reforçar o comprometimento dos colaboradores com as metas da empresa. Possibilita ás empresas a identificação de áreas que apresentam melhor desempenho. Além da competitividade no mercado de trabalho, atraindo e retendo talentos. Proporciona a motivação individual e da equipe. Entre outros. |
A remuneração variável varia de acordo com a estratégia, com o estilo de gestão e a estrutura. Pois, são os componentes acima que fazem com que a empresa estabeleça quais serão os elementos usuais para a remuneração variável e ainda para quais elementos a remuneração estará atrelada.
Os principais elementos para ter uma remuneração variável são: metas, indicadores e a remuneração em si.
Metas quantitativas – as metas quantitativas podem ser mensuráveis de forma mais fácil e serem determinadas por retorno financeiro, lucro, número de contratos, etc.
Metas qualitativas – as metas qualitativas podem ser atreladas ao desempenho, á qualidade, á satisfação do cliente e são mais difíceis de serem medidas.
Essas metas podem ser uma realidade coletiva ou individual.
A remuneração variável utiliza os indicadores de metas ou de desempenho para metas estratégicas ou financeiras. Para projetos e ainda indicadores capazes de medir comportamentos e atitudes. E por fim, as formas de recompensa que podem ser: participação nos lucros ou resultados, remuneração da força de vendas, prêmios, bônus e outros.
Focalizar o curto prazo – compreende o ciclo de negócios. Considera metas estratégicas para melhoria de processos e aquisição de conhecimentos. Recompensar e reforçar o bom desempenho. Comunicar objetivos e integrar esforço.
Os sistemas de franquias não surgiram ao acaso, foi um sistema que evoluiu a partir da necessidade que as empresas têm em expandir seus negócios e ao mesmo tempo manter suas características principais, até porque são características já aceitas pelos consumidores. Os sistemas de franquias constitui uma tendência natural já que os negócios estão cada vez mais globalizados, ou melhor: descentralizados geograficamente.
As Franquias consistem em um sistema em que um franqueador por meio de um contrato autoriza um franqueado a utilizar a marca e direitos de produção, distribuição, uso de métodos, sistemas, técnicas e outros; mediante o pagamento de uma remuneração para o franqueador.
O franqueador é a empresa que concede o direito de utilização da marca, propriedade intelectual, sistemas e métodos mediante uma retribuição financeira com contrapartida do franqueado. Franquia não é consumo e nem vínculo empregatício; o acordo ou contrato de franquia é somente de natureza empresarial.
Sendo que a abertura e o sucesso de uma nova unidade do negócio, mediante o franqueamento consistem em conta e risco para o franqueado. Os sistemas de franquias representam um sistema em que todos ganham e no qual a marca e a imagem da empresa se tornam cada vez mais fortes, consolidadas e conhecidas em diversas localidades.
Nos sistemas de franquias a forma de franqueamento evoluiu muito com o tempo, o que não quer dizer que as franquias de terceira geração possuem um formato superior ás franquias de primeira geração.
Franquias de primeira geração – o formato das franquias de primeira geração consiste em conceder uma licença para direito de uso da marca e distribuição de forma exclusiva ou não.
Neste formato não há suporte operacional ou mercadológico.
Franquias de segunda geração – o modelo de segunda geração as franquias recebem o direito de uso da marca e para distribuição dos produtos. Neste modelo de franqueamento os franqueados recebem suporte operacional, sendo que a qualidade do suporte depende do tipo de rede de franquias.
Normas e padrões de comunicação visual e apoio para montagem da arquitetura da unidade. Neste modelo de franquia não há treinamento e padrões para a gestão.
Essa realidade mudou, pois os franqueadores perceberam que o sucesso das franquias também significa o sucesso da rede de franquias e, portanto, passaram a conceder aos franqueados maiores oportunidades para suporte, treinamento e crescimento.
Com a evolução para um formato que oferece maior nível de suporte as franquias passaram a atender um modelo de formato para franquias de negócios formatados.
Nesse modelo de franquias o que ocorre é que as franquias atendem um formato de negócio integral, ou seja, é concedido aos franqueados um formato de negócios padronizados a partir de experiências que foram bem sucedidas e que são capazes de atender ao mercado de forma competitiva.
No modelo de negócio formatado a relação entre franquia e franqueado consiste em conceder os direitos de uso e distribuição com exclusividade que atenda algumas limitações territoriais.
O sucesso desse modelo de negócios é que o monitoramento das operações e suporte ás unidades é intenso para padrões já estabelecidos. Uma das empresas consideradas pioneira no estabelecimento de um sistema de franquias integral foi o McDonald´s; padronizando todos os processos, estoques e marketing.
A rede McDonald´s se tornou um símbolo de padrões globalizados e acredita que o importante não é o que se vende, mas como vende. A rede investe fortemente na imagem da empresa e como sistema de franquias investe em estrutura, suporte constante, treinamento e orientação.
A terceira geração ou sistema de franquias empresarial consiste em manter um sistema de franquia que resulte em um relacionamento sólido entre franquias e franqueados baseados nos princípios: profissionalização do sistema, crescimento sustentável, consistência e preparação gerencial.
Segundo a lei de franquia nº (lei 8955/94) as franquias podem ser definidas como “Franquia empresarial é o sistema pelo qual um franqueador cede ao franqueado o direito de uso da marca ou patente, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semiexclusiva de produtos ou serviços e, eventualmente, também ao direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistema operacionais desenvolvidos que são detidos pelo franqueador, mediante remuneração direta ou indireta, sem que, no entanto, fique caracterizado vínculo empregatício”.
Antes de assinar um contrato de franquias é necessário que os interessados exijam uma COF-Circular de Oferta de Franquia nesta circular deve conter todas as informações sobre o processo de franquias.
Abrir franquias é uma oportunidade para empresas que pretendem expandir seus negócios, mas requer diversos requisitos. Entre os requisitos principais para empresas que pretendem estabelecer um sistema de franquias estão:
Contar com estrutura física, com recursos humanos e financeiros; requisitos estes que tornarão possível a venda das franquias.
Conhecer o sistema de franquias – os sistemas de franquias é um modelo de negócios com linguagem própria e para entrar no ramo de franquias é necessário conhecer a lei de franquias e os fatores de sucesso ou insucesso.
Avaliar a viabilidade da franquia – antes de entrar no mercado de franquias é necessário que os empresários avaliem as condições reais do negócio em detrimento ao plano de se tornar uma franquia, entre essas condições estão:
Analisar o posicionamento da marca, avaliar qual o posicionamento de mercado da empresa e concorrência, verificar a viabilidade econômica e financeira, planejamento de quantas unidades será aberta e quais regiões e ainda estudo mercadológico dessas regiões. Plano de investimentos necessários para a expansão da empresa de acordo com gastos com estrutura, pessoal e o retorno do investimento.
Desenvolver como será o formato de franquias: como serão os requisitos de padrões técnicos, qualidade e operações.
Elaboração de manuais de procedimentos voltados para a gestão, produtos, marketing e vendas. E antes de lançar no mercado o sistema de franquias é necessário que sejam realizados testes para validação em pelo menos uma unidade piloto.
Um sistema de franquias deve constituir uma oportunidade segura para expansão de negócios e marcas. O sistema de franquias deve constituir um canal para distribuição de forma exclusiva e para crescimento rápido que consiste em descentralizar a administração, recursos humanos e oportunidades de descentralização regional com a possibilidade de rápida penetração de mercado.
Expansão em rede – manter uma expansão em rede significa contar com economias de escala e recursos de terceiros, pois para ter direito ao franqueamento os franqueados financiam grande parte expansão.
As unidades franqueadas podem ter um desempenho até maior do que as unidades próprias, pois são franqueados altamente motivados. Os franqueadores contarão com um canal de distribuição que será leal e ainda o alinhamento de marca, força de trabalho e know how.
A descentralização estrutural, gerando benefícios e menores custos fixos. O sistema de franquias permite que várias unidades sejam abertas de forma simultânea. Com isso, as ações de marketing passam também por expansão.
Abrir um sistema de franquias possibilita diversas oportunidades para as empresas, mas também consiste em diversos desafios:
Tornar o negócio sustentável em médio ou longo prazo, a implantação do projeto deve ser elaborada de forma eficaz para que a estrutura de franquia não se torne fragilidade, e gerir a participação de terceiros na gestão dos negócios, no caso os franqueados. Sendo que os franqueados podem errar na condução do negócio o que demandará o poder de liderança dos franqueadores.
Contar com uma estrutura de seleção de franqueados que seja sólida para evitar a seleção de franqueados que apresentem um desempenho abaixo do ideal, não trazendo um bom retorno para a rede.
Uma estrutura frágil de seleção de franqueados pode ocasionar diversos problemas:
Vazamento de informações sigilosas, criação de concorrência ao invés de apoio, perda do padrão de operações, uso da marca de forma indevida, entre outros problemas.
Entre as principais responsabilidades dos franqueados estão:
Fazer com que a franquia seja semelhante ao negócio matriz, possuir uma marca própria e rentabilidade positiva,
Inovar para manter a competitividade, transmitir conhecimentos inerentes ao sucesso do empreendimento, desenvolver e compartilhar novas tecnologias.
Desenvolvimento de novos produtos ou serviços e realização de pesquisas de mercado. Monitorar os padrões de qualidade das operações existentes nas franquias.
Quando empreendedores dispõem de capital inicial existem duas possibilidades: se tornar um franqueado ou investir em um negócio próprio. O crescente mercado de franchising no Brasil abre a discussão sobre as vantagens, desvantagens das franquias e outras.
Antes de decidir optar por uma franquia os empreendedores devem avaliar os prós e contras de cada modelo de negócios, confira:
Onde está a oportunidade – os empresários investem em ideias, por isso, é necessário avaliar se as franquias oferecem o mesmo potencial de oportunidade que um negócio próprio. Para isso é necessário avaliar: possibilidade de investimentos, retorno, riscos financeiros e capacidade técnica para lidar com o negócio. Muitas vezes contar com uma ideia original de negócio significa um maior retorno e satisfação do que investir em uma franquia.
Riscos – quando os empresários decidem investir em franquias os riscos estão relacionados à quantidade de informações sobre o negócio. Uma dica é observar o funcionamento das franquias com franqueados experientes na operação, as franquias são sistemas testados e por isso, a chance de sucesso é maior.
O perfil – um dos princípios fundamentais das franquias é a padronização e por isso, o empresário deve se identificar com o modelo de padrão da franquia. Sendo que todas as unidades franqueadas possuem o mesmo padrão para operações, regras e know how e ainda manuais. Nas franquias os empresários possuem um grau limitado de inovação e criatividade. Por isso, se os empreendedores procuram uma oportunidade em que possam ter a liberdade de criação, com certeza a melhor opção é investir em um negócio próprio.
A marca – quando se inicia um negócio por conta própria é necessário divulgar a marca e construir uma marca forte no mercado. Quando se investe em uma franquia a consequência é contar com uma marca de nome e reconhecida no mercado. Nos mercados independentes é necessário registrar a marca e trabalhar para consolida-la.
Suporte – as franquias possuem um modelo de negócios já consolidados no mercado e por isso, os novos franqueados devem se adaptar e se adequar aos padrões das franquias. O suporte de franquias envolve manuais de procedimentos, isso significa que um modelo de gestão de uma franquia estará maduro em um prazo de dois a três meses, enquanto que em um negócio próprio a maturidade da gestão ocorre em mais de cinco anos e isso se ocorrer.
Investimentos – investir em um modelo de franquias pode ter um custo mais alto, além dos custos fixos com taxa de franquia, royalties, marketing e outros. Mas, o importante é pesar os prós e contras do investimento.Pois, nos sistemas de franquias o empresário investe em um sistema em que a divulgação possui rateio dos custos e impacto maior.
Sendo que o empresário quando empreende por conta própria possui mais dificuldades de economias de escalas e parcerias com bons negócios que consiste em fornecimento com melhores preços e custos. Antes de decidir empreender em uma rede de franquias o interessado deve avaliar as vantagens e desvantagens e ainda considerar se existe o perfil necessário para lidar com um negócio franqueado.
Habilidades e experiências – as experiências profissionais e habilidades do franqueado devem estar alinhadas ao perfil profissional do negócio de franquias.
Objetivos a curto, longo e médio prazo – em todo o negócio os empreendedores devem possuir objetivos de curto, médio ou longos prazos. Sabendo que os contratos de franquia têm duração de até cinco anos. Havendo rescisão do negócio o franqueado deve entender que em determinado período de tempo o franqueado não poderá abrir um negócio que seja similar ao da franquia. Portanto, se o empreendedor perceber que investir uma franquia não poderá ser um projeto em longo prazo, deverá estar preparado para um segundo plano.
Vontade de aprender – a maioria dos processos nas franquias possuem padrões já estabelecidos, politicas de vendas e regras. Por isso, quem pretende investir em uma franquia deve estar pronto para aprender constantemente e ser disciplinado quanto ás regras.
Dedicação – investir em uma franquia é o oposto de “viver sossegado”, isso porque a franquia traz junto problemas e metas de resultados. Neste ambiente o empreendedor deve estar sempre aprendendo e se dedicar ao máximo, pois os franqueadores procuram franqueados ambiciosos e competitivos e isto será avaliado no processo de seleção de franqueadores.
Antes de adquirir uma franquia os interessados devem conhecer as várias categorias de franquias e descobrir se os empresários se identificam com o perfil de franquias e negócios.
Por isso, os interessados em investir em uma rede de franquias devem realizar pesquisas sobre várias franquias e identificar diversas características como: serviços, padrões, suporte oferecido, sistema de marketing, estrutura e outros.
Avaliação dos investimentos que serão necessários, avaliação das franquias como oportunidades de negócios, avaliação do sistema de franquias com peculiaridades como: suporte gerencial e operacional, treinamento, apoio, informações, técnicas utilizadas, tecnologia e outros.
Um sistema de franquias é um negócio como outro qualquer quando a questão é correr riscos, portanto antes de optar por um sistema de franquias é necessário que os interessados realizem pesquisas de mercado e ainda peçam orientação a terceiros como consultores.