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Missão, Visão e Valores

MissãMissão, Visão e Valoreso, Visão e Valores são características de liderança e dentro das empresas, o desconhecimento dessas particularidades pode levar o empreendimento ao desmoronamento, pois são essenciais para direcionar e orientar a desempenho de uma liderança.

Essas particularidades são muito conhecidas, mas raramente são bem compreendidas e empregadas com qualidade, o que faz com que sua má aplicação perca muito da potencialidade que possuem.

Se uma pessoa ou empresa ainda não decidiu por onde deseja trilhar, em que lugar deseja chegar e quais os princípios que guiarão seus passos, ela poderá seguir qualquer “estrada” e achará conveniente, pois todas e quaisquer estradas a levarão a algum lugar. Então, se você ainda tem dúvidas sobre onde, por onde e como irá caminhar, saiba que você precisa ter o auxílio do conjunto formado pela “missão, visão e valores”.

Mas até então você deve estar se perguntando: “Afinal, o que é Missão, Visão e Valores?”. Pois bem, falaremos disso a seguir:

O que é Missão, Visão e Valores

* Missão

Missão consiste em responsabilidade, encargo, incumbência, é o poder que alguém dá a você para que você faça algo.

A missão é o propósito que alguém ou uma empresa se propõe a cumprir, ou seja, consiste em o que se pretende fazer e em com que objetivo irá fazer / quem deseja alcançar. Missão é finalidade/objetivo/motivo de existir e fazer o que faz.

No âmbito empresarial, a missão incide em declarar responsabilidades e propósitos para o público consumidor, respondendo perguntas cruciais como: Por que esse empreendimento existe? O que esse empreendimento faz? A quem esse empreendimento se destina?

Portanto, se você ainda não possui uma missão na vida ou no seu empreendimento, aposte em criar uma; e não é tão difícil assim, basta que você reflita durante alguns momentos sobre qual a finalidade, o propósito da sua vida e/ou da sua empresa.

* Visão

A visão é o objetivo de uma pessoa ou empresa; é almejar algo, ter um alvo que se buscará alcançar em um futuro próximo ou distante. Possuir uma visão é ter um plano, ou seja, é projetar o que a pessoa ou empresa fará para alcançar seus objetivos, a partir de um esforço individual e/ou coletivo e disponibilidade/disposição dos recursos.

Não se deve misturar nem confundir os conceitos de Missão e Visão, pois ao definir a missão, você estabelecerá definitivamente aonde você quer chegar e a visão, por sua vez, pode ser mudada/modificada, mas deverá ser objetiva/clara/precisa, pois todos os agentes que a agenciarão, precisarão senti-la e entendê-la – e não somente isso, a visão precisa sugerir um alvo que seja palpável, atingível.

A visão precisa possuir uma “aspiração” de tornar-se/conseguir alguma coisa e uma “inspiração” que faça o objetivo merecer atenção, disposição e orgulho para ser materializado. E ao contrário do que você pode estar pensando, a visão não precisa, nem deve, ter os famosos “como” para chegar a uma finalidade, mas deve possuir um perfil almejado, que será construído a partir do momento em que todos os esforços, boas intenções e vontades, dos recursos disponíveis e dos projetos elaborados, estiverem nas mãos de todos os agentes (funcionários) de um empreendimento. Ou seja, o perfil traçado para ser alcançado só o será, a partir da contribuição/construção conjunta dos trabalhadores.

Além de possuir aspirações e inspirações, a visão precisa promover a facilidade de responder a perguntas como: Em que eu me tornarei (ou a empresa se tornará)? Qual direção eu estou (ou a empresa está) tomando? Daqui a determinado tempo, onde estarei (ou a empresa estará)? O que eu serei (ou a empresa será)? Devo direcionar meus esforços (ou os esforços da empresa) para onde? Estou contribuindo (minha empresa está contribuindo) com o que? Os recursos que investi (ou a empresa investiu) estão levando-me (ou levando a empresa) aonde?

* Valores

Os valores aqui tratados não são uma mera quantia em dinheiro, pois apesar da importância que o dinheiro possui, ele por si só não te leva a alcançar todos os objetivos. Esses valores do qual falamos são os princípios (éticos e morais) e crenças que construímos ao longo da vida. São os valores, que o guiam a ter boa conduta e atitudes corretas e que, caso realmente sejam bons e corretos, lhe proporcionaram excelentes resultados.

Os empreendimentos geralmente declaram seus valores e isso também contribui com sua imagem ante o mercado consumidor, todavia, nem sempre os valores que dizem ter condizem com a verdade. Mas que valores afinal são esses? Os valores que as empresas geralmente declaram são: transparência (clareza) em suas ações; comprometimento ético, com os trabalhadores, com a sociedade e com o ambiente; compromisso, valorização e igualdade de tratamento aos colaboradores; etc.

Obviamente, sabemos que nem todos esses valores são cumpridos, mas é de suma importância que, mesmo que uma empresa não possua os valores que alega ter, cada um de nós possua valores e princípios que farão parte e regerão toda a nossa vida. Alguns exemplos desses valores que devemos possuir são: amor, humildade, lealdade, alegria, honestidade, integridade, solidariedade, ética, sabedoria, etc. É claro que existem valores ruins, mas não citaremos aqui, pois não desejamos ninguém que sonegue, minta, seja desonesto, etc., e apesar de parecer óbvio que ninguém deseja isso, há muitas pessoas que possuem valores ruins e os têm como bons.

Em suma, os valores são bons princípios e crenças que definirão e facilitação o pleno desenvolvimento e a articulação dos próprios Valores e também da Missão e Visão; promoverão colaboração mútua entre as pessoas (ou funcionários); e tornarão os colaboradores comprometidos uns com os outros, com a sociedade em geral e com a empresa para qual trabalham.

Os valores de uma empresa deveriam ser automáticos, ou seja, ninguém deveria precisar ficar avisando ou advertindo as pessoas para manter um bom comportamento, entretanto, as empresas no geral formulam algumas regras e as definem para seus funcionários, por meio de diálogo ou mesmo de papéis impressos descrevendo os bons comportamentos.

Esses valores comumente abrangem: a forma como os colaboradores precisam se portar (coletivamente e individualmente), como devem se relacionar uns com os outros, como devem se relacionar com seus chefes superiores, como devem se relacionar com os clientes, como a empresa deve tratar sua clientela, como a empresa deve negociar com acionistas e/ou empresas fornecedoras, como a empresa deve se relacionar com a sociedade e comunidade local, quais as responsabilidades que a empresa deve ter com a sociedade e com o meio ambiente, etc.

Sintetizando, esses valores do qual falamos aqui definirão regras, que guiarão atitudes e comportamentos de todos os atores de uma empresa, serão imprescindíveis para executar a visão e alcançar a missão que foi delimitada, e contribuirão com o bom caráter, boa qualidade e boa imagem da corporação. Os valores só trarão esses resultados com a prática contínua dos mesmos no dia a dia da empresa, não deixando de fora nenhuma pessoa, pois serão resultados apenas de uma atividade conjunta, desde a moça que limpa o chão até o dono da organização. E caso esses valores não sejam praticados, serão apenas um punhado de palavras soltas que de nada servirão e em nada resultarão, nem para a vida pessoal dos colaboradores, nem para a empresa como organização.

Coloque em prática a missão, visão e valores na sua vida.

Nomes de lojas de roupas

Nomes de lojas de roupasEscolher o nome a ser dado para um empreendimento é uma tarefa fácil para alguns, isso porque há muito já tem em mente uma definição daquilo que ficará do letreiro na fachada de sua loja.

Organização do Trabalho

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Organização do TrabalhoO termo organização deriva do termo “organizar”, que significa arrumar ou pôr em ordem algo de modo que ele funcione.

A organização do trabalho visa alcançar dois objetivos: a qualidade e a administração do tempo. Esses objetivos são traçados devido a muitas empresas terem de realizar um mesmo trabalho mais de uma vez e de produzir a altos custos, fatos que ocorrem pela falta de organização do trabalho dos seus funcionários.

Para ter essa organização, é necessário que o profissional possua tática ao invés de estratégia; que saiba empregar meios e/ou recursos para obter o resultado desejado ao invés de usar esperteza para obtê-lo. Isso porque, apesar de a estratégia ser importante para alcançar uma meta, a tática possibilita a execução de procedimentos. Ou seja, a estratégia dá a direção, mas a tática permite a ação.

A organização do trabalho, portanto, busca a utilização correta de um cronograma, treinar os colaboradores de forma adequada e realizar uma série de procedimentos; características que, somadas, constituem uma união estável entre a função e o profissional que a realiza.

* Vantagens da organização do trabalho:

Atualmente o mercado é muito disputado por profissionais altamente qualificados e existe uma grande necessidade de que esses profissionais produzam os resultados que a empresa espera obter, como por exemplo, lucro e competitividade. Entretanto, existem inúmeros profissionais que exercem funções que nada têm a ver com suas aptidões e ações mais habilidosas. Dessa forma, quando um profissional possui organização do trabalho em seu currículo (não necessariamente no sentido literal), ele pode conquistar grandes cargos dentro de uma corporação.

Parece fácil, mas a organização do trabalho funciona como o corpo humano, pois necessita da união e bom desempenho de todos os órgãos. É a essa união que damos o nome de organização do trabalho, onde cada colaborador funciona em acordo com os outros, estabelecendo um grupo que é organizado e que possui objetivos em comum.

* Resultados da organização do trabalho:

Dificilmente as metas propostas em um trabalho não serão alcançadas quando existe organização. Por isso, ser organizado no trabalho leva um profissional à beira da perfeição, originando confiança por parte de todo o pessoal de uma corporação.

Quando um profissional não é organizado em seu trabalho, as metas da empresa permanecem longe de serem alcançadas e vários outros problemas são acarretados, e resultados desse tipo aterrorizam as corporações. Quando uma pessoa dentro de uma corporação contribui com a organização em seu trabalho, ela ganha respeito pelo trabalho que exerce, pois os objetivos da empresa são alcançados.

Somados a esses resultados, a organização do trabalho garante o sucesso de um profissional e de qualquer coisa que ele almeja fazer. Sendo assim, quem possui organização no trabalho está sempre satisfeito com os resultados do seu trabalho e da renda que gera.

* Gestão do conhecimento:

A organização do trabalho utilizada nas corporações foi inicialmente chamada como gestão do conhecimento, quando surgiu no fim do século XX. A organização do trabalho envolve a forma como se organiza e gerencia um trabalho, desde a formulação deste como um projeto, até a criação dos atributos estratégicos da corporação, objetivando continuamente a segurança do colaborador e a eliminação de aspectos que atrapalham a produção.

Na época da Revolução Industrial existiu uma progressiva troca de trabalhadores (mão de obra humana) por tecnologias mecânicas, mas, simultaneamente à nossa impressão de que esse fato era negativo devido os desempregos gerados, isso fez com que esses trabalhadores braçais buscassem capacitação e cargos elevados. A partir disso, surgiu um novo tipo de trabalhador, que é mais competente por acrescentar diversas habilidades à sua função.

Após a revolução, a economia passou a possuir aspectos bastante característicos: o conhecimento passou a ser o principal objetivo, e não se podia eliminá-lo, pois teve início dentro de cada operário. Os resultados do conhecimento são diferentes de quaisquer coisas materiais, pois ao invés de diminuir com a frequência do seu uso, aumentam, apesar de uma parcela dele ser ocasionalmente “perdida”. O conhecimento, se bem administrado gera mais conhecimento, pois quando é partilhado, se multiplica, e conservar-se na mente de quem o partilha. Como consequência das tecnologias, também no período pós-revolução, o tempo “encolheu” e permitiu a comunicação de pessoas de diversas localidades sem a necessidade do deslocamento físico de uma área para outra.

As transformações dessa época modificaram o sistema de produção, já que também modificaram os alicerces para uma produção eficiente, os fatores exigidos em uma mão de obra, a competitividade e as estratégias organizacionais.

* Como executar a organização do trabalho que faço?

Se você deseja ser um profissional de sucesso sendo organizado naquilo que você faz, seguem algumas dicas:

1)      Descreva o que fundamenta uma boa organização: uma boa organização é feita através de três passos: a antecipação, o planejamento e o controle.

2)      Identifique coisas que tiram sua atenção, desviam o foco e perturbam a organização do seu trabalho: busque soluções para reduzir os efeitos desses problemas e para otimizar o tempo em que você conclui suas tarefas.

3)      Analise como você administra seu tempo: observe suas atividades e verifique se você não passa muito tempo fazendo coisas alheias ao trabalho; busque soluções para finalizar suas atividades no fim do dia sem que acumule serviço para o dia posterior.

4)      Utilize ferramentas para se organizar: elabore uma agenda (cronograma) de trabalho, assim você poderá se programar para atividades futuras e concluir suas tarefas dentro do prazo.

5)      Organize-se quando houver trabalhos em equipe: procure aperfeiçoar seus conhecimentos em informática, determine prioridades e as acompanhe ao longo de sua execução, converse com seu grupo e fixe regras que beneficiem a todos, e comunique-se com sua equipe de forma afirmativa.

6)      Aplique as leis da gestão do tempo: 1)No seu trabalho, se você se esforçar pelo menos 20%, terá resultado de pelo menos 80%; 2)Evite interromper seu trabalho, isso diminui a eficácia dos resultados e você demorará mais para terminá-lo; 3)Planeje seu tempo, pois o tempo que você investe em uma tarefa depende do tempo que você tem disponível e não do que tempo necessário para realizá-la; 4)Saiba usar o tempo disponível, pois às vezes, investir tempo demais em uma tarefa acaba diminuindo sua produtividade; 5)Evite fazer mil coisas de uma vez, separe um tempo para realizar cada tarefa com eficácia; 6)Conheça o ritmo do seu corpo, pois assim você respeitará seus limites; 7)Evite perder a noção do tempo quando o seu trabalho se tornar muito interessante e prazeroso.

7)      Cumpra suas tarefas dentro do prazo e assim você não precisará realizá-las com pressa e urgência.

8)      Compare a qualidade do seu trabalho com o de outras pessoas, assim você poderá indagar causas e solucionar os problemas.

9)      Encontre obstáculos que impedem a organização das suas tarefas; busque soluções.

10)   Comunique-se bem e saiba negar/recursar algo quando for preciso.

A organização do trabalho não é tão simples quanto parece, pois existe uma complexidade devido à variedade de cargos/funções, aspectos que cada profissional possui e ao número de partes (pessoas) envolvidas. Conhecendo esses fatores e visto que há uma grande competição dentro do mercado de trabalho na atualidade, os sistemas de informação unidos à gestão do conhecimento tornam-se ferramentas imprescindíveis para promover pensamentos de modo integrado e trabalhos organizados.

O que é planejamento estratégico?

O que é planejamento estratégico?O planejamento pode ser definido com base em três planos: o planejamento operacional, o planejamento tático e o planejamento estratégico.

1) O planejamento operacional é realizado por gestores de níveis menores dentro da empresa e é formalizado através da elaboração de documentos que tratam das metodologias realizadas para implantar e desenvolver objetivos. Geralmente esses planejamentos possuem detalhes acerca dos recursos que serão imprescindíveis para a implantação e para o desenvolvimento das metas, dos colaboradores que as executarão, dos métodos que serão tomados, dos resultados obtidos e dos prazos que foram instituídos.

2) O planejamento tático visa melhorar e/ou alcançar metas em uma ou mais áreas dentro da empresa, sendo essas áreas níveis organizacionais mais inferiores. Portanto esse planejamento pode ser desenvolvido em curto prazo, já que geralmente os objetivos estabelecidos visam ser alcançados para obter objetivos maiores (que envolvem toda a organização e que têm prioridade dentro da empresa; objetivos impetrados através do planejamento estratégico).

3) O planejamento estratégico trata-se da análise de uma organização sob diversos aspectos, onde se definirão direções a serem obtidas, a longo prazo, através de ações palpáveis dentro da empresa.

Fazer planejamentos consiste na especificação de objetivos e metas a serem atingidas, determinando com antecedência, ações que permitam executá-los e atingi-los.

Possuir estratégias consiste em selecionar meios e recursos para alcançar alvos/objetivos, ou seja, é ter meios definidos para construir um futuro que se almeja.

O planejamento estratégico, portanto, trata de determinar objetivos que se buscam alcançar e ações que permitirão chegar a esse alcance, respeitando sempre as condições (internas ou externas) e circunstâncias em que a empresa se encontra, onde será necessário haver disciplina e respeito aos processos para que eles possuam sustentação e coerência.

Em suma, o planejamento estratégico é importantíssimo para uma organização, pois permite almejar um futuro (fins) e programar-se para que o mesmo seja alcançado, identificando o que precisa ser feito e como deve ser feito (meios) para realizar sua meta. Esse planejamento é decisivo para o sucesso organizacional, onde o principal responsável por ele está concentrado especialmente no pessoal que gere a empresa, já que é necessário tomar importantes decisões dentro da organização.

– Aspectos do planejamento estratégico:

O planejamento estratégico é o mais importante dentro de uma organização porque envolve a gestão dos principais administradores da empresa e necessita da ação de todos os membros da mesma, sejam eles gestores ou funcionários operacionais. Além disso, esse planejamento analisa oportunidades e perigos que existam dentro ou fora da organização e a partir disso, foca-se em estabelecer meios e fins, não se esquecendo de indicar aos atores desse planejamento, suas respectivas funções e competências segundo a necessidade coletiva, individual ou empresarial.

O planejamento estratégico será unido e identificado, portanto, em ferramentas que esclarecerão aos atores da organização e à própria organização:

1) sua missão; fazendo-os refletir sobre a razão de existir/ser e para que e em que eles são úteis;

2) sua visão; fazendo-os refletir onde querem chegar e para que querem chegar;

3) seus valores; fazendo-os refletir sobre seus ideais e prioridades, sendo estes, necessários para enxergar seus objetivos;

4) suas estratégias; fazendo-os refletir sobre como (através de que) se podem alcançar as metas traçadas.

– Vantagens do planejamento estratégico:

Uma empresa que aplica o planejamento estratégico à sua gestão consegue apoiar os administradores na adaptação e adequação às modificações do meio; dá auxílio à materialização efetiva de importantes acordos obtidos; permite aos administradores se capacitar e gerir os funcionários e a empresa com maior perceptibilidade; consente o estabelecimento de responsabilidades mais concisas; proporciona organização às atividades dos funcionários; auxilia a coordenação dentro de diversas áreas e entre elas; estabelece objetivos com mais especificidade e clareza; reduz gastos, esforço e tempo da realização das atividades; entre muitas outras vantagens.

– Desvantagens do planejamento estratégico:

Infelizmente em tudo que há vantagens, há também desvantagens. O planejamento estratégico, por ser estabelecido em longo prazo, causa retardamento em suas ações e por isso demora mais tempo para ser concluído. Além disso, as inovações e iniciativas dos gestores podem se tornar restritas devido o foco em resultados determinados pelo planejamento.

Devido à necessidade de atuação de todos os colaboradores e gestores de uma empresa, e visto que cada pessoa trabalha de uma forma diferente, nem todos atuarão de forma simultânea no planejamento estratégico, e sempre haverá dificuldade em seguir rigorosamente todos os atributos do mesmo. Apesar das desvantagens, o que possui maior peso no planejamento estratégico, é a sua execução, por isso não basta que seja feito apenas o planejamento, mas também seu implemento.

Como fazer um planejamento estratégico?

Seguem algumas dicas de como realizar o planejamento estratégico na sua empresa:

1) Determine a visão e a missão do seu empreendimento:

I) Visão: defina o rumo que você pretende que a sua empresa tome e o que você deseja que ela se torne; reflita sobre as pretensões e valores organizacionais. Pense em perspectivas futuras, ou seja, que podem ser realizadas em longo prazo, e que possuam objetivos que visem vencer a competitividade e/ou desafiar e vencer obstáculos. Determine também um tempo para que você possa gerir os seus objetivos de modo a alcançá-los dentro do prazo.

II) Missão: busque refletir sobre qual o objetivo da existência da sua corporação. Você cumpre os propósitos do empreendimento? Qual a importância do que a empresa faz? Pense sobre o que você e a sua empresa devem fazer, de que forma devem fazer e a quem desejam alcançar; elabore soluções para corrigir problemas.

2) Analise o meio que envolve e influencia sua empresa:

I) Ambiente externo: analise tudo (a economia local/global; questões ambientais, políticas, sociais, tecnológicas, legais e culturais; estude o público consumidor, a concorrência, e os distribuidores e fornecedores,) o que possa gerar obtenção, perda de renda e que de alguma forma influencia externamente sua empresa. Identifique novas oportunidades e mercados; encontre novas opções de divulgação da sua marca; verifique se existem ameaças ambientais que ameaçam a imagem e integridade da sua empresa e busque envolver-se com a sustentabilidade ambiental;

II) Ambiente interno: pontue as qualidades e defeitos que sua empresa possui; assim você poderá estabelecer melhorias e, quando necessário, capacitação coletiva e/ou individual.

3) Defina metas e objetivos para sua empresa: após ponderar sobre as coisas citadas anteriormente, determine objetivos e estabeleça metas para alcançá-los.

4) Implemente as estratégias proposta: o planejamento torna-se vão quando as estratégias não são cumpridas, portanto, cumpra rigorosamente o que você propôs para melhorar sua empresa.

5) Faça um feedback e controle: verifique se os resultados obtidos foram alcançados, e caso não tenham sido, faça um replanejamento e mãos à obra.

– Administração ou Gestão Estratégica

A administração estratégica ou gestão estratégica associa a administração ao planejamento estratégico, onde gestores/administradores continuamente passam a tomar atitudes estratégicas visando realizar objetivos a longo ou curto prazo.

A gestão estratégica tem sido muito utilizada não só em empresas privadas como também na administração pública, devido às exigências que a sociedade faz. Essa gerência estratégica de organizações pública na atualidade tem grande importância, pois consiste em uma possibilidade de a sociedade ter os resultados que exige e espera, e contribui não somente com a sociedade, mas com a própria gestão no sentido de alcançar os objetivos que a instituição possui.

Qualidade no Atendimento

Qualidade no AtendimentoO atendimento ao cliente é muitíssimo importante para as empresas, pois é um dos principais fatores que fazem o cliente efetuar a compra de um serviço ou produto, avaliar e emitir sua opinião sobre a empresa para outras pessoas. Por isso, possuir um atendimento de qualidade é um dos principais objetivos de uma organização, já que em posse disso ela pode ter seus clientes satisfeitos, fiéis e que ainda a indicam positivamente para amigos, familiares e conhecidos.

O que é simples nacional

O que é simples nacionalLei geral das empresas micro e pequenas empresas no Brasil.

No Brasil pelo menos 99% das empresas são consideradas microempresas ou pequenas empresas; por considerável parcela de tempo não houve diferenciação, pela lei brasileira, na maneira a qual era dado o tratamento entre elas.

O que é sustentabilidade ambiental

O que é sustentabilidade ambientalO termo sustentabilidade consiste em possuir a característica de ser sustentável, que se pode conservar, ou seja, é quando existe a possibilidade de se beneficiar dos atributos de algo e mesmo assim mantê-lo.

Por sua vez, o termo sustentabilidade ambiental define o modo como o homem age na utilização dos bens naturais e providencia soluções para as necessidades de si próprio e dos outros, de forma que não agrida o meio natural e garanta a utilização do mesmo em gerações futuras.

A sustentabilidade ambiental está muito ligada ao termo desenvolvimento sustentável, que visa à utilização dos produtos do meio ambiente sem destruí-los ou extingui-los, garantindo, simultaneamente, o desenvolvimento financeiro, tecnológico, industrial, etc.

Nós, humanos, somos dependentes do meio natural desde a nossa origem, portanto, de lá pra cá provocamos alterações imensuráveis no ambiente e, por sermos dependentes dele, essas alterações, de alguma forma, sempre nos atingem.

Infelizmente, pela falta de conscientização da grande maioria da população (local ou mundial), temos alterado o ambiente em proporções cada vez maiores e, graças à conscientização de uma pequena minoria, várias discussões dentro do meio político e de fóruns ambientalistas têm sido focadas na sustentabilidade. Desse modo, muitos empresários, acionistas, políticos e civis sem nenhum atributo político têm se ajustado a essa visão, buscando a utilização de energias renováveis, poluindo menos, reciclando e mantendo o ambiente disponível a todos.

* Benefícios da sustentabilidade ambiental:

O objetivo da sustentabilidade é garantir benefícios às pessoas e ao meio ambiente. Entretanto, as ações sustentáveis beneficiam primeiramente o meio, sendo que o benefício obtido por nós é apenas uma consequência disso.

Os resultados das atitudes sustentáveis são obtidos a médio e longo prazo, mas promovem ao ambiente a garantia do seu desenvolvimento contínuo, bem como a toda e qualquer forma de vida, incluindo a nossa. Além disso, as atitudes sustentáveis asseguram a permanência e disponibilidade dos recursos naturais existentes ao próprio meio, a nós e a nossas gerações futuras.

Atitudes sustentáveis também evitam catástrofes, como extinções de espécies animais e vegetais, erosões do solo, assoreamento de rios, aquecimento global, etc.

Em segundo plano, como consequência de atitudes sustentáveis, nesse caso, por organizações, temos:

– A cooperação com a melhoria e execução dos princípios governamentais, já que serão adotadas boas práticas para manter o meio.

– Uma melhora da reputação e da popularidade da empresa aos olhos de outras organizações e do consumidor, pois empresas que têm atitudes sustentáveis são bem vistas quando possuem responsabilidade ambiental e social, reforçando, assim, a valorização da sua imagem.

– A promoção da confiança entre as partes interessadas (ou stakeholders), pois com a transparência e comunicação das suas estratégias sustentáveis, a empresa comprova um desenvolvimento sustentável para todos os envolvidos.

– Um aumento nos lucros, um impacto positivo na sociedade e bons efeitos energéticos e ambientais, pois empresas que possuem atitudes sustentáveis são mais valorizadas por acionistas, bem vistas pelos seus funcionários e evolução ambiental e empresarial conjunta.

– Uma gerência otimizada quanto aos riscos de atividades e negociações, pois a análise dos riscos que a empresa pode ter permite a mitigação dos mesmos.

– Uma avaliação mais aprofundada quanto ao desempenho da empresa em questões ambientais, gerando assim, iniciativas que adotem melhorias tecnológicas que reduzam as agressões ao ambiente e simultaneamente, melhoras organizacionais quanto à criação de cronogramas e implementação das atividades.

* Como ter uma atitude sustentável?

Para ter atitudes sustentáveis é necessário que haja utilização sábia e consciente dos recursos que o ambiente proporciona, responsabilizando-se pela longevidade dos mesmos. Sendo assim, ter uma atitude sustentável é utilizar-se dos benefícios que a natureza oferece, mantendo condições viáveis para a existência de vida (humana, animal ou vegetal) com qualidade e de renovação dos recursos que ela disponibiliza.

Sendo assim, atitudes sustentáveis podem ser:

– A utilização consciente e controlada dos recursos florestais, conhecendo a importância de plantar na mesma dimensão que se desmata;

– A preservação e conservação de áreas arbóreas, que não são designadas para o uso exploratório;

– O incentivo ao cultivo de produtos orgânicos que não prejudicam a natureza e beneficiam a nossa saúde;

– A utilização planejada, consciente e controlada das fontes minerais de carvão, petróleo e outros minérios;

– A preferência e conscientização da importância de bioenergias, que são renováveis e não poluem o ambiente, evitando a utilização de combustíveis fósseis;

– A gestão de resíduos, utilizando-se dos benefícios da reciclagem e da produção de adubos, já que diminuem a proporção de lixo e promovem a reutilização dos nutrientes do solo;

– A gestão corporativa de forma sustentável, reduzindo a quantidade de lixo e agressões ao meio, optando por tecnologias que reduzam os poluentes emitidos ao ambiente e que despendem de menos energia para funcionar, e utilizando a matéria-prima de forma regrada e consciente;

– O controle do consumo diário de água, que por sua vez é um recurso natural não renovável, ligado diretamente ao descarte incorreto do lixo, que polui e contamina fontes de água potável e a torna imprópria para o consumo.

* A importância da Educação Ambiental na sustentabilidade:

A educação ambiental visa conscientizar as pessoas sobre a necessidade de cuidar do ambiente e de utilizar seus recursos de forma regrada. Entretanto, com o avanço da industrialização e o consumismo desenfreado, a importância da educação ambiental acabou sendo esquecida e desvalorizada por muitos.

É importante frisar que essa educação não deve ser promovida apenas na escola, mas dentro de casa, pois ainda que o professor diga que não é “bonito” jogar lixo na rua, se os pais de uma criança a deixam jogá-lo em qualquer lugar, de nada servirá a educação recebida dentro da sala de aula. A educação recebida na escola forma o aluno como “ser” humano e o capacita para o exercício de uma profissão, entretanto, essas coisas também são aprendidas dentro de casa pela família ou pela mídia.

Dessa forma, conclui-se que é necessário que a mídia, pais e professores tenham consciência da seriedade e importância da divulgação e ensino da educação ambiental aos cidadãos, principalmente os pequenos cidadãos (crianças), pois é quando nossos princípios e valores começam a se desenvolver, assim poderão crescer compromissados com a sustentabilidade ambiental.

* Sustentabilidade ambiental e a sociedade:

Existe um conceito dentro da Ecologia que é chamado Ecologia da Restauração, que estuda maneiras de se obter estágios equilibrados do meio ambiente, conhecidos como clímax. Esse estudo afirma que ao interromper o um uso indesejável da terra, ela mesma se regenera após um período, seguindo o curso da sucessão natural, sem que seja necessária a intervenção de ecólogos ou gestores ambientais para o seu desenvolvimento. Visto isso, temos um trabalho enorme facilitado pela própria natureza, basta que nós digamos “basta”.

A sociedade deve buscar continuamente viver em sustentabilidade, usufruindo do ambiente sem prejudicá-lo, pois já existem diversas formas de mantê-lo, através da utilização de produtos biodegradáveis (ex: copos feitos de mandioca) e da reciclagem, por exemplo. Fica sob responsabilidade somente da sociedade a utilização desses recursos e expansão da ideia de um ambiente sustentável.

Existem muitas formas de ter atitudes sustentáveis, entretanto, a conscientização de todos é necessária para manter o ambiente saudável e disponível para nossos filhos e netos. Apesar da dificuldade, não espere pelo outro, faça sua parte.

Remuneração variável

Remuneração variávelO grupo de valores salariais que funcionam como complementos e adicionais de um salário que possui taxa fixa é chamado remuneração variável ou Pay-for-Performance. Essa remuneração é, na maioria das vezes, atrelada ao desempenho do trabalhador, individualmente ou em equipe, ou ainda à empresa de modo geral.

A utilização de remunerações variáveis é empregada, por exemplo, em comissões, gratificações voluntárias (além das que são garantidas por lei), participações nos lucros, premiações, incentivos e outras situações que indicam produtividade e empenho do(s) funcionário(s) ou empresa. Esse tipo de remuneração acaba criando uma modificação dos gastos antes fixos em variáveis, uma ligação – desempenho-recompensa – por parte do trabalhador e um compartilhamento das metas alcançadas pela empresa.

Legislação:

Na legislação brasileira, esse tipo de remuneração está prevista no Artigo 7 Inciso XI e mesmo que as leis não estabeleçam que essas remunerações possam ser substituídas pelo salário fixo, mesmo assim, elas são opções comumente utilizadas em transações empresa-trabalhador.

Diferença entre salário e remuneração:

O salário denota o valor que é pago pela compra de um trabalho e possui quantia que é determinada por um chefe (patrão), sendo que o valor mínimo que pode ser pago chama-se salário mínimo e é estipulado por lei.

O salário de um trabalhador é deliberado de acordo com a função exercida e adequado ao mercado de trabalho e, por ser fixo, ainda é a maneira mais habitual de se realizar o pagamento de funcionários. Essa habitualidade ocorre devido a esse salário proporcionar maior estabilidade e coerência dentro de uma empresa, pois assim esses valores já constituídos poderão ser comparados dentro da própria empresa e também fora dela.

A remuneração, por sua vez, denota o efeito de retribuir a alguém por determinado serviço, ou seja, premiar, dar uma recompensa, dar uma gratificação à pessoa.

A remuneração variável possui dois tipos e ambas estão ligadas ao desempenho do trabalhador: 1) a remuneração por resultados e 2) a participação acionária. Tal desempenho é pago por incentivos e premiações quando se trata de um trabalhador individualmente, e pago de acordo com os resultados atingidos quando se trata de uma equipe de funcionários.

Remuneração variável para as empresas e para o trabalhador:

As empresas que ainda empregam utilizando apenas salários fixos, com cargos e serviços que são divididos rigidamente estão baseadas em uma gestão mais burocrática, o que acaba bloqueando a criatividade, o espírito de liderança e a ampliação de conhecimentos e habilidades dos colaboradores.

Ao contrário dessas corporações, em empresas mais modernas o pagamento dos funcionários está focado não na função, mas no próprio indivíduo, onde as tarefas em grupo são estimuladas e há um esforço para que a qualidade e produção em larga escala sejam maiores gastando-se cada vez menos. Através desse tipo de gestão é outorgada mais autonomia, agilidade e flexibilidade aos funcionários. Por esses motivos, não se pode pensar em remuneração apenas como um salário fixo, pois o mercado atual encontra-se muito flexível e competitivo e é necessário que se lembre de que essa remuneração deve beneficiar tanto o colaborador quanto a empresa, no sentido de realização das suas primazias, necessidades e finalidades.

Quando as empresas utilizam a remuneração variável, os funcionários ganham mais dinheiro e elas acabam atraindo excelentes profissionais para sua organização, assim há uma estimulação dos colaboradores beneficiados a manter o esforço e dedicação na sua função, produzindo mais e gerando resultados positivos.

Para aferir a performance dos funcionários é necessário que a empresa meça até que ponto o colaborador cumpre as regras de conduta exigidas pela sua função, para que, dessa forma, ele possa saber onde é necessário haver mudanças no seu trabalho e buscar melhorias para seu desenvolvimento pessoal e profissional, obtendo, mais à frente, os benefícios oferecidos pela empresa. Desse modo, a conexão empresa-empregado torna-se maior, pois os funcionários sentem-se mais estimados e acabam contribuindo mais com a empresa e cumprindo os objetivos estabelecidos.

Para que esse vínculo seja eficaz é necessário que a empresa avalie o desempenho dos seus funcionários de forma clara e justa, assim o colaborador estará sempre buscando qualificação e multifuncionalidade, beneficiando a si próprio e a empresa que o contrata.

Apesar dos benefícios, se a empresa não administrar e implantar essa remuneração de forma correta é mais viável que ela utilize apenas o salário fixo para pagamento de seus funcionários, pois se não houver uma avaliação e feedback justos o trabalhador acabará pensando mais no dinheiro que irá ganhar, produzindo aceleradamente, mas com baixa qualidade.

A remuneração variável desencadeia o aumento da produtividade e da qualidade, que passa a ser buscada continuamente, fortifica os valores da empresa e impulsiona a participação dos colaboradores no ciclo PDCA*.

*Ciclo PDCA:

O ciclo PDCA, possui foco na melhoria contínua e desenvolvimento. Também é conhecido como Ciclo de Deming ou de Shewart. O PDCA é utilizado quando se deseja alcançar determinados resultados e é empregado por diversas empresas que buscam o crescimento coletivo de seus funcionários, ou seja, a aplicação do PDCA busca a garantia de sucesso para a empresa e para os colaboradores. Assim, qualquer pessoa pode realizar um ciclo PDCA; tanto empresários buscando o sucesso da sua empresa, aplicando o ciclo PDCA em seus funcionários, quanto pessoas que buscam seu próprio sucesso.

PDCA é uma sigla que se refere aos quatro passos aplicados no desenvolvimento pessoal-profissional, que são: 1) Plan, ou “planejar”, 2) Do, ou “fazer/executar”, 3) Check, ou “verificar/checar”, e 4) Act, ou “agir”.

à Planejar: Primeiramente é necessário formar um objetivo ou identificar um problema que atrapalha você a obter o resultado desejado. Esses objetivos/problemas são estabelecidos através de algumas análises e reflexões, como:

– “O que/Em que preciso melhorar? Qual a causa do meu problema?”;

– “Como melhorar? Como solucionar tal problema? Como alcançar meu objetivo?”;

– “Qual a melhor maneira de chegar à minha meta? Qual a melhor maneira de solucionar o meu problema?”.

Após essas reflexões é necessário organizar um plano de ação. O seu plano de ação precisa ter os seguintes dados: onde quero chegar e como chegar.

à Execução: Nessa etapa, você realizará suas atividades de acordo com seu plano de ação. É primordial que aqui haja compromisso e comprometimento com seu objetivo, pois este não será alcançado se não houver dedicação em cumprir o que foi planejado. As empresas podem atingir esse comprometimento investindo no treinamento dos seus colaboradores, deixando-os sempre cientes dos objetivos que querem ser alcançados.

à Verificar/Checar: Nesse passo os resultados serão monitorados e avaliados constantemente, ou seja, após e durante estar cumprindo os passos de execução do seu objetivo, é necessário que seja verificado se os resultados obtidos até então estão de acordo com o que se esperava. Desse modo, a partir dessa análise periódica será possível replanejar e, se necessário, refletir novamente como no primeiro passo.

à Agir: Por último, se alguns objetivos não foram alcançados e você já reelaborou o seu plano de ação, é hora de agir! Com os seus novos planos será possível corrigir determinadas atitudes causadoras do problema que o desviou de sua meta, gerar melhorias na sua metodologia de trabalho, divisão de tempo, etc.

É importante notar que o PDCA é um ciclo, e para que o resultado esperado seja alcançado é necessário que todos os passos sejam realizados com dedicação.

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