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Teoria geral da administração

Teoria geral da administraçãoO que é teoria geral da administração? A administração de empresas evoluiu com o avanço do sistema capitalista e continua avançando de acordo com as tendências produtivas e de consumo.

Como a ciência, a administração visa documentar e estudar como o mercado e as práticas de consumo e produção transformam o ambiente da administração como um todo e faz surgir novas teorias, dessa forma têm-se ao longo do tempo diversas teorias da administração.

Teoria comportamental

Teoria comportamentalA teoria comportamental ou behaviorista trouxe uma abordagem mais humanista para a administração, uma abordagem pautada na psicologia.

O que significa deixar as teorias estruturadas anteriormente apenas em normas, teorias como a clássica, a burocrática e até a teoria das relações humana.

Esta teoria comportamental foi trazida ao foco pelos estudiosos Herbert A. Simon, Douglas McGregor, Abraham Maslow e outros.

Teoria comportamental, portanto, se pauta nas teorias psicológicas para realizar um estudo fidedigno do comportamento e para isso se vale da análise do comportamento e da psicologia objetiva.

Marketing conceito

Marketing conceitoA palavra marketing faz parte do vocabulário brasileiro como se fosse uma palavra nacional, isso porque a popularização do termo se deve a fenômenos de desenvolvimento comercial e industrial no país, a medida em que o país sentiu a necessidade de se tornar produtor de produtos que antes eram importados precisou conhecer melhor e fazer uso da ciência do marketing.

Marketing tem origem no inglês e quer dizer comercialização ou simplesmente fazer mercado, como o significado é abrangente, o termo e a ciência marketing têm várias definições, entre elas estão:

É o processo que consiste em determinar quais produtos ou serviços serão aceitos pela sociedade, e ainda o processo para o desenvolvimento de uma melhor tática e estratégia de colocação e vendas desses produtos ou serviços no mercado.

Ou o marketing é ainda a função organizacional que compreende um conjunto de processos para a criação e a comunicação de produtos ou serviços para os consumidores, incluindo também a relação da organização com esses consumidores. Ou as atividades e processos necessários para criação e comunicação, distribuição e vendas entre consumidores, clientes e parceiros.

Ou ainda é o conjunto de operações que tem como finalidade o planejamento e produtivo e venda até que chegue ao consumidor final.

Uma definição mais abrangente, diz que marketing é o estudo do mercado, pois consiste em uma ferramenta cuja função é observar o mercado, com suas tendências de consumo e que visa a satisfação dos clientes e retorno financeiro e de crescimento para a empresa.

É também a capacidade em se identificar no mercado oportunidades para vendas e comercialização em geral para um público-alvo, o que traz benefícios financeiros e administrativos.

Dessa forma, tem-se que o marketing surgiu para atender as necessidades da empresa em identificar oportunidades de mercado e qual a melhor forma de atendê-las, mas o marketing não é utilizado apenas para os bens de consumo.

O marketing deve ser um sistema integrado

Sobre a importância do marketing, todos sabem o quanto a empresa precisa desse conjunto de processos para que consiga vender, transmitir e comunicar ao mercado seus bens ou serviços ou ainda a missão pela qual determinada organização existe.

Por isso, o marketing é peça fundamental no desenvolvimento da empresa e por isso deve estar presente em todos os processos empresariais de forma integrada.

A integração do marketing com os outros processos empresariais existe como forma de manter o sistema de marketing ativo e com suas necessidades de recursos e administrativas para que o sistema mercadológico atinja seus objetivos.

Portanto, para implantar um sistema de marketing que se comunica com outros departamentos da empresa, é necessária a utilização de um modelo específico, dessa forma estudiosos criaram o modelo quatro A´s.

Neste modelo é estudado o que denomina de quatro funções básicas do marketing:

As funções são: análise, adaptações, ativação e avaliação.

Para que as funções sejam realizadas de forma eficaz o marketing fará uso também das subfunções auxiliares que são: alocação de recursos, composto de marketing, informações, retornos e o próprio mercado, em um processo de alimentação e realimentação do sistema. A análise é obtida para o entendimento e compreensão das forças que regem o mercado.

-Adaptação: que tem o intuito de análise e ajuste da oferta da empresa, ou seja, a linha de produtos ou serviços e como essa oferta as responde ás forças externas.

-Ativação: que é um conjunto de processos com a função de fazer com que a empresa atinja seus objetivos de mercado que foram antes definidos.

-Avaliação: esta etapa busca avaliar, propondo controles aos sistemas de marketing sobre os processos de comercialização, exposição e resultados obtidos pelas ações de marketing.

Sobre as subfunções ou funções auxiliares do marketing estão a alocação de recursos que é quando o marketing é alimento por recursos como tecnologia, mão de obra, recursos financeiros e estrutura.

Outra função auxiliar é o composto de marketing, faz parte do composto de marketing um conjunto de processos para que o sistema de marketing atinja seus objetivos, entre o composto de marketing estão a marca e design, embalagem, preço, atendimento, logística, vendas e publicidade.

Sobre a função informações está o conjunto de processos com informações, dados, pesquisas de mercado, tecnologia da informação e análise.

Por fim, auxiliam as quatro funções do marketing as ações de pesquisa, desenvolvimento de produtos ou serviços, comunicação e controle.

As quatro funções dos instrumentos de marketing

As funções do marketing: análise e adaptação, avaliação e ativação necessitam de instrumentos para que o sistema de marketing se desenvolva e obtenha resultados.

Para as funções do marketing a análise e avaliação dos instrumentos auxiliares são basicamente os mesmos, e precisam operar com o levantamento de informações e interpretações integradas do mercado, essas informações são interpretadas com um conjunto de métodos integrados num sistema SIM-sistema de informações mercadológicas.

Para a função adaptação os instrumentos utilizados são aqueles que terão a função de se comunicar com o mercado de forma eficiente, para isso utiliza os instrumentos do composto de marketing: o design, a marca, a embalagem, o preço, o atendimento e pós-venda.

A adaptação pode ser denominada também como apresentação, os elementos que compõem a apresentação são aqueles instrumentos de comunicação, por isso envolvem também a área de distribuição, a logística, as vendas e a publicidade.

Portanto, a apresentação e a comunicação dos produtos ou serviços ao mercado consumidor, são compostas pelo mix de marketing ou composto de marketing e tem como função fazer um uso eficiente dos recursos á disposição do sistema de marketing, para que os objetivos sejam alcançados.

O desafio, portanto é fazer com que produtos ou serviços sejam apresentados ao mercado de forma satisfatória, com resultados em potencial.

Se todo o planejamento e composto de marketing estiverem alinhados e trabalhando conjuntamente, o resultado será oferecer produtos ou serviços que atendam às necessidades do mercado e assim atender o mercado pré-definido que é a função primordial do marketing.

O controle no marketing é essencial, pois todos os instrumentos e mecanismos devem ser aplicados á situações novas e até adversas e mesmo assim alcançar resultados.

Finalidades básicas do marketing

O composto de marketing deve trabalhar de forma envolvente e integrada em processos de escolhas detectando oportunidades de mercado, o que se chama de nichos, e outra função que é atender esses nichos com todos os recursos necessários. Dessa forma o executivo e a equipe de marketing devem saber:

-Objetivo: qual o objetivo da empresa de acordo com as oportunidades do mercado.

-Análise: qual o grau de aceitação do mercado.

-Recursos: quais recursos a empresa dispõe para isso e quais recursos ainda não se encontram disponíveis.

-Adaptação: ajuste entre oferta e mercado, em outras palavras “é necessário aprender a língua do mercado”, e adaptar produtos ou serviços.

-Ativação: as ações de marketing devem ser acionadas de acordo com as condições e épocas viáveis e antes planejadas.

Os próximos passos do composto de marketing de forma lógica são a avaliação de todos os processos e o feedback, que proporcione experiência para ações futuras.

Rotinas administrativas

Rotinas administrativasAntes de entendermos mais sobre rotinas administrativas devemos entender que rotina administrativa é formada por vários processos que acontecem de forma sistemática e que requerem conhecimento técnico e domínio de tecnologias. Sendo, que processo é todo conjunto de procedimentos com entradas, processamento e resultados.

Nas rotinas administrativas ocorre que um conjunto de profissionais executa atividades para se obter resultados, essas atividades devem estar em conformidade com o nível de competência dos profissionais, nível de autoridade e responsabilidades.

Teoria Contingencial

Teoria contingencial

A teoria contingencial é uma das teorias mais modernas no ramo da administração de empresas e consiste em afirmar que tudo é relativo, ou seja, que existe uma relação entre os fatores ambientais (externos) e a gestão de uma organização (interno) para alcançar os objetivos traçados pela empresa.

A teoria contingencial pretende coordenar os princípios básicos da administração que são as atividades, estruturas, tecnologia e meio ambiente. A principal dúvida sobre teoria contingencial é a sua definição, pois contingência significa fenômeno incerto ou eventual, passível ou não de suceder.

A abordagem contingencial consiste em provar que não existe um único modelo ou forma de administração a ser seguida, ou seja, não existe forma pré-estabelecida que sirva a todas as circunstâncias e que depende dos vários fatores internos e externos. Pela teoria contingencial o ambiente organizacional é composto de variáveis que situacionais, ambientais, tecnologias, econômicas e circunstanciais.

Portanto, a teoria da contingência considera que as organizações são diferentes de dentro para fora e que o ambiente é uma variável imprescindível no comportamento organizacional.

Para Chiavenato, a teoria contingencial encerra um aspecto que é proativo e não apenas reativo, ou seja, na administração contingencial o reconhecimento, diagnóstico e adaptação à situação são fundamentais para a empresa. Mas, essas abordagens não são suficientes.

Entre as relações funcionais na teoria contingencial estão as condições ambientais e as práticas administrativas, práticas essa, que precisam ser constantemente identificadas e ajustadas.

Origem da teoria contingencial

A Teoria da Contingência surgiu de forma interessante, pois para ter-se a teoria foi necessária a realização de várias pesquisas sobre que modelos de estrutura organizacional são mais eficazes.

Essas pesquisas pretendiam a confirmação da eficiência da Teoria clássica, se eram mesmo definitivas as abordagens da teoria clássica como a divisão e especialização do trabalho, ênfase estrutural, hierarquia e autoridade, visão analítica do ser humano.

Daí o nome contingência, pois as pesquisas foram contingentes ao procurar compreender e dar explicação de como as empresas funcionam de acordo com diferentes situações que acompanham o ambiente e o contexto no qual as empresas estão inseridas. Portanto, a teoria contingencial estuda os tipos básicos de organizações, o ambiente organizacional e a tecnologia que elas usam.

Segundo os autores Tom Burns e G.M. Stalker, as organizações se dividem basicamente em organizações mecanicistas e orgânicas.

Partindo do princípio de que as organizações orgânicas constituem uma evolução do modo de gestão mecanicista, até porque o ambiente mecanicista de administração cabe a situações em que o ambiente organizacional se encontra estável e as organizações orgânicas compõem um tipo de organização em que se faz necessário se adaptar às condições de mudanças no ambiente organizacional, ou seja, é o ambiente que determina o grau de mecanicismo ou organismo vivo nas organizações.

Dessa forma, inicialmente os estudos de contingência têm o compromisso de verificar as principais diferenças entre organizações mecanicistas e organizações orgânicas.

As organizações mecanicistas são marcadas por uma estrutura burocrática e que se baseia em tarefas realizadas de forma minuciosa, com adequada divisão do trabalho e divisão por cargos de forma que se atinja a superespecialização. As decisões são centralizadas, com maior rigidez nos sistemas de controles, regras e procedimentos formalizados e maior visibilidade de subordinação e hierarquia.

Já nas organizações orgânicas as principais características são: a estrutura flexível com menos determinismo quanto à divisão do trabalho, a determinação dos cargos se desenvolve com maior interação, as decisões são descentralizadas e há valorização da visão sistêmica na realização de tarefas.

Ambiente

Como vimos acima, o ambiente de trabalho é fator preponderante para que uma organização seja destacada como orgânica ou mecanicista. Portanto, o ambiente é o principal contexto para o estudo contingencial das organizações.

Mas o ambiente só desenha fatores internos para o desenvolvimento das atividades organizacionais, e quanto aos fatores externos?

Os fatores externos estão relacionados ao cenário no qual as empresas estão inseridas, sendo que o ambiente externo é amplo e complexo, sendo impossível a absorção total pela empresa. Dessa forma, então o ambiente externo não pode ser mapeado de forma fácil quanto a sua totalidade, o que dificulta a leitura do ambiente externo e sua realidade e seu impacto para as empresas, o que demanda um estudo cuidadoso.

É inevitável, portanto, que haja nas empresas uma leitura subjetiva dos diversos ambientes:

Para Lawrence e Lorsch os ambientes de contingência têm como maior problemática a diferenciação e a integração.

No estudo sobre diferenciação, tem-se que as organizações são divididas em departamentos e cada departamento é especializado em uma tarefa. Já a integração é o rompimento do distanciamento dos departamentos, no esforço contínuo de manter o objetivo em comum.

O objetivo das empresas deve ser, portanto, o de integrar toda a diferenciação existente para concretização global e conjunta dos objetivos.

Tecnologia

A tecnologia é uma variável que independe de outras influências organizacionais, pois, é fator predominante para o desenvolvimento, evolução, crescimento e inovação necessária para as empresas.

No contexto organizacional a tecnologia funciona de duas formas: como fator ambiental e como fator organizacional. O fator organizacional compreende o desenho organizacional que depende do nível tecnológico das empresas e é necessário para implantação tecnológica e realização de reengenharia.

Thompson é um estudioso da tecnologia e sua influência no desenho e arranjo organizacional. Para ele, existem dois tipos de tecnologia:

Tecnologia com elos em sequência – esse tipo de tecnologia abrange a linha de montagem e a produção em massa. A tecnologia para produção em massa alinha técnica e abordagem da administração clássica.

Tecnologia mediadora – este tipo de tecnologia tem por base o estilo burocrático de lidar com a tecnologia no ambiente que envolve relação com fornecedores, clientes e empresas agenciadoras em um dinamismo interdependente.

De forma geral, a tecnologia pode ser de sustentação que visa à melhoria de processos e desempenho nas atividades já existentes. E a tecnologia radical ou de demolição com a característica de ser inovadora e substituir processos ou produtos já existentes.

Outras considerações sobre a teoria da contingência

A teoria contingencial busca estudar como as variáveis do ambiente, o contexto e as formas de gestão de uma organização podem influenciar para o sucesso dos objetivos da organização.

Outra preocupação da teoria da contingência, além do ambiente e da tecnologia, é a preocupação com o sistema técnico da empresa, fator importantíssimo para a formação da estrutura operacional e para o trabalho, controle exercido e grau de qualificação.

Outro objeto de estudo para a teoria da contingência é a relação de poder nas organizações, pois é necessário que haja uma estrutura de poder que seja independente do controle externo. A equação do poder externo determina que quanto maior o poder exercido de forma externa maior será a habilidade da empresa em centralizar decisões e formalizar normas e procedimentos.

O que é marketing multinível

O que é marketing multinívelO conceito de marketing multinível surgiu com o sistema de vendas diretas e consiste no mecanismo de redes de contatos para que o sistema funcione. Assim, o marketing multinível é denominado também como marketing de rede.

No marketing multinível a propaganda e as ações de marketing são realizadas por profissionais independentes que não possuem vínculo empregatício com a empresa. Esse profissional que trabalha de forma independente não só revende produtos ou serviços, como também traz para a companhia novos clientes e distribuidores, dessa forma, estabelece-se uma rede com diversos vendedores e divulgadores.

Cada participante do marketing multinível trabalha de forma autônoma, ou seja, forma seu próprio negócio, trabalhando de forma conjunta para os mesmos produtos ou serviços.

Visão holística

Visão holísticaA visão holística é um dos requisitos para que uma empresa adquira a ISO 9000 e outros certificados de qualidade. Mas o que vem a ser visão holística? E por que é importante?

Primeiramente, vamos definir “holística”: a palavra holos vem do grego e significa inteiro, completo. Sugere-se então, que holística supõe totalidade, com a característica de sintetizar em unidades o todo.

Ser sintético, portanto, pressupõe a reunião de vários elementos em um todo.

Visão holística nas empresas

Nas empresas a visão holística é uma característica determinante para que seja formada uma imagem única da empresa para os vários elementos que a compõe: informações, estratégias, atividades, recursos humanos e elementos intrínsecos, tais como: cultura da empresa, qualificação profissional e outros.

A visão holística determina como os elementos interagem de forma sistêmica.

Importância da visão holística

É importante que empresários e empresas tenham uma visão holística, pois ela oferece diferentes ênfases para os mesmos elementos. Com uma visão do todo, as empresas e os colaboradores conseguem cumprir seu papel.

Com certeza, empresas que possuem essa visão são mais competitivas que as outras empresas.

Possuir uma visão holística apesar de importante, não é tão simples, pois o setor administrativo deve estar livre de uma visão distorcida da empresa ou da área de atuação e isso advém da superespecialização praticada por algumas empresas que ou pela prática de centralização de decisão e autonomia. Assim, com a falta de delegação de autonomia e responsabilidades o que pode ocorrer é também a falta de visão sistêmica.

Visão sistêmica – a solução para uma visão distorcida do sistema-empresa é contar com uma visão sistêmica ou visão de processos. A visão por processos requer a compreensão do conjunto de atividades e como essas atividades se interagem criando sinergia e resultados.

Para uma melhor compreensão do conjunto de atividades são importantes recursos como: técnicas, informações, métodos, recursos financeiros e porque não, conhecimentos. Esses recursos possuem por assim dizer “vida própria” e quando aplicados aos processos formam resultados.

Abrindo o leque para uma visão de processos alinhada a uma visão sistêmica, tem-se que a organização engloba aspectos como estrutura e pessoas e isso, forma o foco, a cultura e os resultados empresariais ou negócios.

O foco no negócio ou negócios para uma visão sistêmica é importante, pois é necessário considerar que para obter operações e resultados nos seus vários negócios a empresa utiliza a mesma estrutura.

Importância da visão sistêmica

Olhar a empresa com o foco em processos com uma visão de sistema é necessário para entender não só como os elementos, recursos e processos interagem, mas também para entender quais atividades agregam valor ao produto ou serviço e o que necessita ser melhorado.

Visão sistêmica e gestão por processos

A visão sistêmica está intimamente ligada à gestão por processos, pois busca focar os requisitos, escopo e características dos processos e como tornar os processos melhores.

Para isso, exige-se a análise, avaliação, gerenciamento e integração para melhorias, como exemplo, tem-se que a liderança nos negócios exige planejamento o que resulta em desenvolvimento do produto, mas se o resultado só virá se for eficiente o atendimento ao cliente e como consequência a entrega de valor agregado.

Visão holística na vida profissional

A rotinização do trabalho tão defendida por Taylor sugere que a divisão de tarefas e departamentos tornava o processo produtivo mais ágil e previsível, com uma alta especialização.

Mas, a rotinização do trabalho também proporciona deficiência de comunicação, perda de compreensão do todo, ou de como uma tarefa contribui para outras atividades. Com isso, o funcionário se torna menos motivado, pois não compreende a importância de sua tarefa no contato com o todo. Além disso, a rotinização produz um ambiente mecanizado, sem interação e até promove uma competição não saudável e com conflitos de interesse.

A solução para que os colaboradores tenham uma visão sistêmica e com maior produtividade nas equipes é o desenvolvimento de programas e ações de aprendizado, treinamento e uma dessas ações é a rotação de tarefas.

Rotação de tarefas

A rotação de tarefas consiste na troca de tarefa e posto de trabalho evitando-se a rotina e a monotonia, com a diversificação de tarefas.

O resultado em ações como rotação de tarefas é que os funcionários transformam sua visão limitada para uma visão do todo, ganham maior flexibilidade, motivação, com uma compreensão da complexidade organizacional.

Podem haver várias alternativas para que as tarefas executadas pelos funcionários resultem em uma visão sistêmica e adotar uma dessas alternativas, com certeza fará com que a empresa se torne mais competitiva. O profissional com visão holística tem maiores chances no mercado de trabalho

A visão sistêmica, com certeza fará do profissional mais competitivo no mercado de trabalho, pois esses profissionais conseguem enxergar causas, consequências e efeitos de suas atitudes. Conseguem agir de forma presente para uma solução ou resultados futuros e para se tornar esse profissional tão desejado pelas empresas, é necessário treinar a observação, a percepção e como as ações se encadeiam.

Portanto, a visão holística leva a empresa e profissionais para atitudes que visam à complexidade organizacional e suas diversas e necessárias soluções, maior responsabilização pelas decisões tomadas sobre o contexto organizacional e sobre a visão do futuro e do todo.

Temas para o TCC

Temas para o TCC

O trabalho de conclusão do curso é uma das etapas mais estressantes da graduação e encontrar temas para o TCC pode ser ainda mais complicado. Mas a boa notícia é que no TCC podem ser utilizados todos os conhecimentos obtidos ao longo da graduação.

Tecnologia da informação em pequenas empresas

Tecnologia da informação em pequenas empresasPara que serve a inovação e tecnologia da informação? Pesquisas realizadas descrevem que a situação de inovação no Brasil é aquela em que os empresários inovam e nem sempre oportunizam essas inovações. Esse fator é um diagnóstico da falta de comunicação entre mercado e ciência, desde o processo de criação até a exportação desse conhecimento, em que se funda na métrica de gestão do sistema de inovação.

Ainda há um desencontro de investimentos, incentivos e ações que fazem com que a inovação não seja eficaz na realidade de pequenas empresas.

A inovação é um capítulo à parte na gestão de tecnologia da informação, pois constitui um processo em que a empresa se mobiliza para se desenvolver e criar soluções num ambiente de TI. Alguns passos são necessários para que a TI auxilie as empresas no processo de inovação e se torne parte da cultura organizacional, esses passos são: o compartilhamento de informações e parcerias com outras empresas, buscando assim a inovação como fator de  desenvolvimento da empresa.

Liderança situacional

Liderança situacionalO que é liderança situacional? A liderança é de extrema importância para as organizações, pois busca conduzir e orientar pessoas aos resultados que são imprescindíveis para as empresas. Pois, a liderança procura realinhar a equipe para que alcancem os objetivos e metas.

Para sermos mais específicos a liderança é a concretização de objetivos através das pessoas.