Exportações para a Coréia do Sul



    Exportações para a Coréia do SulTécnicos do governo brasileiro e da Coréia do Sul reuniram-se na última quinta-feira, 18 de abril, para trocarem experiências e tratar sobre as Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs). Avaliações sobre políticas públicas para as micro e pequenas empresas fizeram parte do workshop. Além disso, diversos resultados de pesquisas a respeito do Programa Coreano de Compartilhamento de Conhecimento, o Knowledge Sharing Program (KSP) para o fomento das ZPEs no Brasil, também fizeram parte da pauta. De acordo com o secretário-executivo do Conselho Nacional das ZPE’a, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), este encontro é um passo muito especial para o país, pois além dos conhecimentos recebidos da Coréia do Sul, o Brasil também acaba conhecendo táticas de sucesso praticadas lá fora.

    Objetivo é atrair investimentos para o Brasil

    Segundo Gustavo Fontenele, o objetivo maior da secretaria-executiva é atrair investimentos, que é essencial para as ZPEs. O diretor da KSP e consultor da KDI, Taihee Lee, disse que trabalhar com o Brasil é bastante proveitoso e que o intercâmbio entre ambos os países vai beneficiar ainda mais a todos. Na opinião dele, o Brasil tem realce entre muitas outras nações, o que é positivo para os dois lados.




    Intercâmbio com Coréia do Sul pode aumentar exportações

    Na última quarta-feira, quando o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Alessandro Teixeira, recebeu a delegação do Korean Development Institute (KDI), para que o relatório com ideias para as ZPE’s brasileiras fosse apresentado, ele recordou a experiência sul-coreana em desenvolvimento tecnológico e industrial. Afirmou que a maneira daquele país tratar de tal assunto é muito importante e pesquisada em diversos outros países, especialmente no que se refere à tecnologia da informação e eletroeletrônico. Para ilustrar, citou o caso de companhias como a Samsung, LG e Hyundai, que ultimamente têm se destacado no Brasil acima do esperado. Na opinião dele, a troca de experiências têm a capacidade de ajudar no fomento das exportações nacionais.

    Produtos tecnológicos chamam atenção da Coréia do Sul

    Alessandro Teixeira destacou ainda que as ZPE devem ter dois caminhos principais: um sobre produtos do Brasil, como minério de ferro e agricultura, e outro com aglomerados tecnológicos, reforçando então uma parceira com a Coréia do Sul.

    O embaixador sul-coreano, Bon-Woo KOO, afirmou que a Coréia do Sul quer trabalhar ainda mais neste sentido com o Brasil. Ele disse que foi ao Rio Grande do Sul e viu de perto um grande investimento sul-coreano de semicondutores e que sabe que o capital aplicado no Brasil ajuda bastante o fomento tecnológico por aqui e ainda estreita ainda mais o laço entre ambos os países.

    Entenda um pouco mais a ligação entre Brasil e Coréia do Sul

    A troca de experiências, negócios e ideias entre Brasil e Coréia do Sul é fruto de um Memorando de Entendimento feito pelos ministros Fernando Pimentel (MDIC), e Jaewan Bahk (Estratégia e das Finanças da Coréia do Sul) em junho de 2012. O foco essencial da cooperação entre ambos os países é fazer com que o desenvolvimento das ZPEs no Brasil evolua através do programa coreano de compartilhamento de conhecimento, o Knowledge Sharing Program (KSP).

    Títulos: Missão Coreana apresenta proposta de desenvolvimento para ZPE no Brasil e Brasil e Coréia debatem desenvolvimento de ZPE’s
    Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC)
    Datas: 17/04/2013 e 18/04/2013







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