Recrutamento, Seleção e Treinamento como Estratégia Competitiva em Micro e Pequenas Empresas



Recrutamento, Seleção e Treinamento como Estratégia Competitiva em Micro e Pequenas Empresas

Resenha da Monografia apresentada à Universidade Federal do Piauí, como trabalho final do curso de Bacharelado em Administração, pelo autor, Ester Alves De Brito Pamplona, no ano de 2011.

As organizações e as pessoas convivem em contextos que estão a todo o momento propicio a mudanças, sendo essa uma de suas principais características. Atualmente, entende-se que as organizações existem com a finalidade de servir a um público alvo e fazê-lo, preferencialmente, com qualidade.




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Desta forma significa que toda empresa, independente do segmento que ela atue, tem o objetivo de propiciar ao seu cliente a satisfação. Isso partindo do ponto de que o consumidor, está a cada dia mais exigente, uma vez que o mesmo dispõe de variadas opções numa mesma estrutura social e cenários produtivos diversos, subestimando barreiras geográficas.

As empresas que conseguem desfocar do lucro em primeiro lugar, geralmente são as que sobrevivem por mais tempo, resistindo às mudanças de mercado, conseguindo enxergar, até nas crises, uma oportunidade de crescimento. Sendo assim, o lucro é consequência e não causa fundamental da existência das organizações.

Porém, para que o corpo de colaboradores da organização possa efetuar tal tarefa e cumprir a missão institucional, precisa estar bem atualizado, qualificado, treinado e, acima de tudo, satisfeito com a política da organização, de modo a compatibilizar seus objetivos pessoais com os objetivos profissionais, tendo em vista que não se oferece o que não se tem.

A administração de recursos humanos, segundo Chiavenato (2006), é uma área contingencial e também situacional, porque é sensível à mentalidade que predomina nas organizações, o que requer adequar o estilo de gestão à cultura organizacional, não fazendo desta um fator determinista, mas, embora respeitando-a como um valor da empresa, deve ser avaliada continuamente para requerer e mudar, no tempo devido, às bases que necessitam de melhoria.

Sendo a administração de recursos humanos uma especialidade que surgiu em vista do crescimento e da complexidade das tarefas organizacionais, isso a partir do foco no cliente, recrutamento, seleção e treinamento faz parte das preocupações dos empresários em diferentes épocas e lugares. Para servir bem e obter bom desempenho de modo geral há que se construir preservar e aprimorar conhecimentos e habilidades, num mercado que se modifica a cada dia e apresenta ao consumidor mais opções.




Selecionar, recrutar e capacitar torna-se a cada dia mais necessário à sobrevivência, de forma que as características básicas que as organizações estão incorporando, sobreviverão apenas aquelas que aderirem o recurso certo para a função certa, maximizando assim o potencial de seus colaboradores em favor da política da empresa.

O recrutamento, como fase inicial para o preenchimento de uma vaga em aberto, é entendido por França (2010, p.29) como “um processo de procurar empregado”, seja no mercado ou por meio da recomendação dos supervisores, mediante a garantia de salários, condições de trabalho e outras garantias. Consiste assim em procurar candidatos com qualificação, habilidades, experiência, conhecimento e personalidade.

Uma vez tomada a decisão de recrutar e estabelecidos os contatos entre candidatos e empresa, procede-se à seleção, que consiste, nos termos colocados por França (2010, p. 34), em “escolhas dos candidatos mais adequados para a organização, dentre os candidatos recrutados, por meio de vários instrumentos de análises, avaliação e comparação de dados”.

Já o treinamento é entendido por França (2010, p. 96), como “a educação profissional que adapta o homem para um cargo ou função”. O treinamento não consiste na formação em nível de profissão ou carreira, apenas ensina executar tarefas.

Quanto os critérios e ferramentas utilizados para selecionar as pessoas mais adequadas aos cargos, são previamente definidos pela maioria das empresas para evitar mal estar no relacionamento da pessoa promovida com os demais membros da equipe de pessoal.

Já a ferramenta mais utilizada pelos gestores na etapa de seleção é a entrevista, na maioria, associada a outro método de checagem das aptidões do candidato.

Diante dos pequenos índices que ainda não utilizam o treinamento como ferramenta competitiva, considera-se que é uma questão de tempo, mais relacionada no momento com as carências estruturais que com o querer treinar. A tendência é de superação dos desafios, de luta e de reavaliação constante.

Finalmente, espera-se que essa breve reflexão possa assim colaborar com os gestores no sentido de propiciar embasamento mais acurado, acerca da importância do recrutamento, da seleção e do treinamento como ferramentas competitivas.

Desta forma ficou evidenciado a importância do recrutamento, da seleção e do treinamento de pessoal para a otimização das estratégias competitivas das empresas de um modo geral.




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1 COMENTÁRIO

  1. Bom dia ou boa tarde. Eu João Armando desejo abrir uma empresa, e não tenho como iniciar quero uma ideia para tal.

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