Modelo de plano de negócio



Modelo de plano de negócioO plano de negócio é um documento que reúne informações necessárias para que a empresa seja bem sucedida. Todas as ideias do empreendedor estarão explicitadas de forma escrita incluindo todo o seu projeto em detalhes, sendo determinante para a aquisição de investidores. O ideal é que o próprio empreendedor colha todas as informações relativas à criação da empresa e seu funcionamento, montando o plano de negócio. Esta tarefa pode levar um bom tempo e com algum modelo de plano de negócio fica muito mais fácil fazer esta tarefa.

Sumário executivo

Como um resumo do plano de negócio, o sumário executivo trata-se de um apanhado das partes mais importantes do projeto. É importante que conste um resumo do plano de negócio, dados dos empreendedores, experiência profissional, dados gerais do empreendimento, missão da empresa, setores de atividades, forma jurídica, enquadramento tributário, capital social e fonte de recursos.




Embora seja a primeira parte do plano de negócio, o sumário executivo deverá ser o último a ser elaborado. Apenas após a conclusão de todo o plano será possível fazer um apanhado geral do documento e compreendê-lo em poucas linhas. Clareza e objetividade são essenciais para o sumário executivo no modelo de plano de negócio.

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Conhecer os clientes é uma parte muito importante quando o assunto é vender algum produto ou serviço. Os clientes têm necessidades e esperam por soluções aos seus problemas. Cabe à empresa criar um vínculo e expor seus diferenciais, e para isso deve-se conhecê-los melhor. Na identificação de características gerais dos clientes, algumas respostas são bem vindas, como a faixa etária, sexo, tamanho da família, ocupação, salário, escolaridade e local de moradia. Para pessoas jurídicas, é interessante saber o ramo em que atua, o tipo de produto que eles trabalham, a quantidade de empregados e filiais, localização das filiais, o tempo em que trabalham, formas de pagamento e a imagem perante o mercado.

Devem-se identificar os interesses dos clientes, e como se comportam em relação à compra de mercadorias. As perguntas giram em torno de: “onde costuma comprar tal produto?”, “qual o preço sugerido para tal serviço ou produto?”. Além disso, é importante identificar qual o atrativo dos consumidores na hora da compra, por exemplo, se a marca é diferenciada, se os prazos de entrega estão mais rápidos em relação à concorrência, se o atendimento da empresa é o diferencial, se o preço está dentro do esperado ou pela qualidade dos produtos ou serviços. Ainda é bom saber as localizações dos clientes se moram perto ou longe, em que bairro ou cidade e etc. Entendendo bem os clientes, conclusões mais bem elaboradas irão surgir e a empresa tende a se adaptar melhor e se estabilizar no mercado.

Plano de marketing

No plano de marketing, devem-se descrever os principais itens que serão confeccionados, vendidos ou o serviço a ser prestado. Detalhes sobre tamanhos, embalagens, rótulos, marcas e outros devem estar inclusos nesta parte do modelo de plano de negócio. Pode-se atribuir imagens em geral como fotos dos produtos, documentação ao fim do documento, incrementando ainda mais o controle de planejamento.

As empresas de serviços deverão detalhar os serviços prestados, com todas as características pertinentes e inclusive as garantias.




Quanto ao preço, é a velha história de procurar pelos concorrentes diretos e saber mais ou menos quanto cobram para determinado produto ou serviço. A partir daí, o cálculo deve ser o custo e retorno para chegar ao preço final. O consumidor deverá estar disposto a pagar, e as informações mais trabalhadas sobre cálculos estarão aparecendo novamente no plano financeiro, em que está contido o faturamento total.

O plano de marketing deverá conter as estratégias para convencer o cliente que os produtos têm um diferencial em relação à concorrência, como as propagandas em rádios, revistas, internet, concessão de amostras grátis, sorteios de brindes, descontos e outros. No modelo de plano de negócio, a localização também está dentro do plano de marketing.

Plano operacional

Com o layout ou arranjo físico, fica mais fácil organizar os setores da empresa, de forma que fiquem bem distribuídos. Além disso, um bom layout contém até mesmo a distribuição de mercadorias, estantes, vitrines, prateleiras. Todo esse trabalho minucioso traz aumento da produtividade, diminui o desperdício, aumenta a comunicação entre as pessoas nos setores e localiza melhor o produto. Dependendo do tipo de negócio, há exigências específicas para o layout e é sempre bom adequá-lo a pessoas portadoras de necessidades especiais.

Para saber exatamente a demanda de produtos e serviços, pode-se calcular a capacidade produtiva da empresa. O objetivo é saber quanto pode ser produzido ou quantos clientes podem ser atendidos levando em conta a estrutura existente. Evitando desperdícios e prejuízos, a técnica pode ser influenciada por oscilações do mercado como a sazonalidade.

A tão esperada hora de relatar passo a passo a fabricação dos produtos, venda de mercadorias e prestação de serviços deverá ser cuidadosamente relatada no plano operacional. Etapa a etapa, o roteiro terá uma sequência.

Plano financeiro

A etapa em que os recursos deverão ser conhecidos e contabilizados para que a empresa comece a funcionar chama-se plano financeiro no modelo de plano de negócio. O investimento total da empresa é constituído por capital de giro, investimentos fixos e investimentos pré-operacionais.

Investimento fixo são todos os gastos com bens que necessitam serem adquiridos para que o negócio funcione. Adquirir imóveis desnecessários pode ser um gasto supérfluo, e a melhor maneira de reduzir custos é alugar em vez de comprar. Terceirizar atividades também é uma ótima maneira de reduzir a necessidade de compra de equipamentos.

Capital de giro é a quantidade de dinheiro necessária para que a empresa funcione normalmente, com o pagamento de despesas e compra das mercadorias.

Construção de cenários

Ao fim do plano de negócio, deve-se fazer uma dramatização espelhada nas situações de bonança ou ruína da empresa. Os bons e maus resultados deverão aparecer em momentos diferentes num cenário parecido com a vida real, levando em conta o aparecimento de um empecilho ou a sorte de cativar rapidamente certo público. O objetivo é levantar o pensamento às principais adversidades e saber agir quando as situações forem favoráveis.

Alguns dos principais cenários são as vendas regredindo logo nos primeiros meses da abertura da empresa, a falha das tentativas de marketing em curto prazo, o poder de reação da concorrência.

Avaliação estratégica

Para a detecção de pontos positivos e negativos, criou-se a análise da matriz F.O.F.A., que deixa a empresa mais competitiva e atenta a seus erros. F.O.F.A. significa: forças, oportunidades, fraquezas e ameaças. Pensar em vários aspectos, principalmente os pontos negativos do negócio, leva os proprietários a analisarem o mercado de maneira diferente. Para fazer a matriz F.O.F.A. devem-se fazer quatro quadrados iguais, cada um com seus fatores positivos e negativos. Alguns exemplos para o quadro forças podem ser o atendimento ao cliente de forma personalizada, instrução da equipe, localização da empresa de forma estratégica e o preço dos produtos. Em contrapartida, as ameaças giram em torno da violência do local, pouca oferta de mão de obra, escassez de fornecedores, alta nos impostos. Após toda a estruturação do modelo de plano de negócio, é a hora de voltar lá no sumário executivo e preenchê-lo da melhor forma possível, visto que é o cartão de visita de um plano de negócio.




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1 COMENTÁRIO

  1. Olá Vinícius,

    Lendo alguns dos seus excelentes artigos, e, ao final deste último lido, me senti à vontade para entrar em contato contigo, e perguntar como eu poderia ter o seu auxílio e acompnhamento para a abertura de um novo negócio, que desejo abrir com o meu atual marido. No caso, me exige a abertura de uma loja, pois este novo negócio está relacionado ao ramo de trabalho dele, que é mecânico de motocicletas de grande porte, e ainda especializado em Harley Davidsons, com experiência há 40 anos.
    Sou designer gråfico, e trabalhei no meu ramo por quase toda a minha vida profissional, mas há 6 anos, trabalho à partir da minha residência, com uma pequena agência de professores nativos para aulas particulares de inglês, ou seja, não tenho experiência com lojas.
    Enfim, tenho mais detalhes, e gostaria muito de poder te passar, mas inicialmente, gostaria de saber se teria interesse em nos prestar uma consultoria, de que maneira você trabalha, como e quanto você cobra pelos seus preciosos serviços.
    Aguardo anciosamente o seu retorno.

    Obrigada pela atenção e até breve!
    Abs,
    Renata M. Moraes

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